O que andei escrevendo nesta semana:
- Comic House
- Fernandices
- Sunset (Nitin Sawhney) - letra e música
- Anaïs Nin (frase)
- Stand by Me (Timão e Pumba) - letra e clipe
- Stand by Me (Ben E. King) - clipe
- Orkut Daily Fortune
O que andei escrevendo nesta semana:
Egocentrismo: eu na rede (1)
Postado por Fernanda Eggers às 18:33 0 comentários
Marcadores: internet, links, quadrinhos, trabalho
Não me deixem esquecer!
1. Eu fiz o "teste do InMetro" com os lubrificantes da Prudence e ainda não escrevi aqui. Ainda não testei na vera, não tive chance. Agora até tenho, mas não sei se é algo que será necessário.
2. Chegou uma caixa maravilhosa no sábado, com um presente que veio bem a calhar. Vou mostrar fotos e falar um pouquinho do produto.
3. Já posso fazer mais uma edição do Camisinhas Testadas. (1) (2)
Além dos posts relacionados à minha maravilhosa posição de Testadora, tenho também comentários a fazer sobre o Piña Colada, Valentina, de Guido Crepax e Kiki de Montparnasse, de Catel & Bocquet.
I'll be back pretty soon.... ;)
Prudence bombando geral!
Postado por Fernanda Eggers às 23:09 0 comentários
Marcadores: \o/, bar, camisinha, literatura, livro, promoção, quadrinhos, rapidinha
E o Excentricidades deve voltar à ativa com força total em breve! Mas eu mereço um descanso, ah mereço...
Deixa logo eu agradecer a todo mundo que deixou recado no twitter, ligou e/ou apareceu hoje na apresentação da minha monografia, também às pessoas que me ajudaram no processo todo (e ao orientador e à banca, claro)! Porque um trabalho, seja ele qual for, não é feito sozinho. Mesmo que a ajuda seja indireta, ela sempre é bem vinda!
A defesa da monografia foi ótima, eu gostei de fazer isso, apesar do nervosismo e tenho algumas coisas para ajustar no texto, depois eu coloco aqui o link para download. ;) Talvez disponibilize também a apresentação do powerpoint, que Iara me ajudou a montar e ficou belíssima!
Mais novidades: ganhei um beagle, coisa mais fofa desse mundo (já tinha mencionado que iria ganhar), acabei de tirar algumas fotos dele e depois passo para o computador. Provavlemente vai se chamar Sheldon (foi mal, Tatah).
Guga, Anand, Iara, Elô, Rodrigo (s), Rubles, Rah, Vania, Mousinho, Neta, Dinarte, Allana, Chris, Romina, Deny, Dani (s), Audaci, Daslei, Manassés, Rafa, João, Thais, Dimitri, Cabelo, Josey, Adriana... Enfim! Um beijo pra minha mãe, um beijo pro meu pai e um beijo pra vocês! (Se o nome de alguém não constar na lista, não me apedrejem, eu estou morrendo de sono.)
Com o meu 10 devidamente alcançado, eu vou dormir, que estou precisando nesse momento...
“How do I feel by the end of the day
(Are you sad because you're on your own)
No, I get by with a little help from my friends”
The Beatles
Live in 3... 2... 1...
Postado por Fernanda Eggers às 17:03 0 comentários
Marcadores: \o/, cinema, diário, heróis, jornalismo, JP, quadrinhos, trabalho, UFPB
Comic House traz Paulo Ramos para noite de autógrafos (22/05)
Postado por Fernanda Eggers às 16:09 2 comentários
Marcadores: evento, fikdik, internet, jornalismo, JP, literatura, livro, quadrinhos, trabalho
Spoiler Alert: Na Prisão
Postado por Fernanda Eggers às 13:36 0 comentários
Marcadores: japonês, jornalismo, literatura, quadrinhos, resenha, revista, trabalho
Como prometido, vou postar no blog os textos escritos para a revista Spoiler Alert, um por dia. Seguem, também, as páginas da revista e tals.
Este trabalho foi feito para a cadeira de Pequenos Meios do curso de Jornalismo. Passei uns 3 dias "brincando" de diagramar a revista, mas o resultado valeu, ficou muito bonita. E rendeu uma boa nota ao grupo. ;)
Todas as páginas estão disponíveis na minha galeria do Picasa. As imagens utilizadas são de distribuição ou achadas na internet, ainda que eu tenha dado uma editada em algumas delas.
Capa, Editorial e Contracapa:
Spoiler Alert
Postado por Fernanda Eggers às 13:34 0 comentários
Marcadores: cinema, imagens, jornalismo, literatura, quadrinhos, resenha, revista, séries, trabalho
Frank Miller trabalhou, no início dos anos 1990, com roteiros de cinema e se desiludiu logo com o meio, decretando que toda e qualquer adaptação de seus quadrinhos estava terminantemente proibida (a dramaticidade fica por minha conta).
Aí, nos anos 2000, ele mudou de ideia, resolveu que podia fazer um teste, mas ficou ali, do ladinho, na produção de Sin City - A Cidade do Pecado. E foi bom. E então ele co-dirigiu 300. E aí imagino que ele tenha se empolgado e, em 2008, roteirizou e dirigiu The Spirit, baseado nos quadrinhos de Will Eisner, que eu gostaria muito de ter lido, mas fiquei só nos pedaços utilizados no livro Comics & Sequential Art, do mesmo autor.
E pode ser que eu esteja dizendo isso porque faz tempo que não assisto um filme baseado em quadrinhos (300 não conta mais), mas é o filme mais "quadrinho animado" que já vi, especialmente na cena em que Spirit corre pelos topos dos prédios de Central City.
A fotografia também me lembrou muito de Sin City. O preto e o branco brilhante, o destaque para o vermelho, ainda que, ao longo do filme, as cenas em preto e branco se misturem com cenas coloridas (com cores "desbotadas") e em sépia, quando mostra a parte feliz da infância de dois dos personagens.
The Spirit - O Filme
Postado por Fernanda Eggers às 12:48 0 comentários
Marcadores: cinema, heróis, quadrinhos, resenha
O Natal do namorado foi cheio de páginas, presenteadas por mim, cheia de segundas intenções. ;) Claro que escolhi coisas das quais ele gostaria. Já mencionei aqui "AUTHORITY: Sob Nova Direção". No pacote, dei também o autobiográfico "Na Prisão", de Kazuichi Hanawa.
Como menciona Tomohide Kure na introdução, as cartas que davam maior prazer aos presos eram aquelas com assuntos corriqueiros do dia-a-dia. Aqui, o caminho inverso foi feito. Hanawa fala de como foi a vida na prisão, sem grandes pretensões, denúncias ou escarcéus.
O quadrinista foi preso em 1994 por porte ilegal de armas. Ele colecionava armas de brinquedo e logo passou a comprar armas modificadas. Foi descoberto e preso pela polícia quando as testava nas montanhas. Julgado e condenado, Kazuichi passou alguns anos encarcerado e mostra, ainda que atrás das grades, uma cultura completamente diferente da nossa.
A culinária japonesa é o ponto principal do mangá e aparece na maior parte das 234 páginas de história. Foi impossível fechar o livro e não ir à um restaurante japonês!
A vida na prisão e a mentalidade dele também são coisas completamente surreais, ao pensarmos na realidade carcerária brasileira. Apesar de seu crime não ser algo sério como um roubo ou assassinato, Kazuichi não se acha merecedor daquilo que recebe na prisão: refeições completas e saborosas, privilégios como banho, trabalho etc. A organização e limpeza são coisas extremamente valorizadas, podendo haver punição por qualquer coisa que não esteja em seu devido lugar e os próprios detentos cuidam uns dos outros para que tudo esteja onde deve estar, na hora e do jeito que deve estar.
Há alguma crítica, sim, dos presídios, que faz parte da narração de uma rotina. Afinal de contas, ainda é um presídio.
Quadro a quadro o autor vai mostrando como as coisas funcionam e o que ele pensa delas. Leitura muito boa pra concluir em uma tarde e ir jantar num japa. Até o namorado, que não é fã de coisas cruas, quis ir num restaurante japonês, mas num "de verdade, não esses 'inventados' que tem aqui!"
Sushi Bessa
Eu sugeri que fôssemos, então, ao Tanabata, que tem comida japonesa de verdade, incluindo os crus, os cozidos e os fritos, mas ele fez um "nahh..." de doente. Então deixei meu doentinho em casa e foi pro meu segundo restaurante japonês favorito.
Era 25/12, mas o Bessa Shopping estava aberto, com a maior parte dos restaurantes funcionando. Reparei, no caminho para o Sushi Bessa, que o Tókyo estava fechado.
O movimento estava grande, ainda assim encontrei aquilo que queria. Munida dos meus sushis (que sempre achei um pouco grandes, apesar de muito gostosos) fiquei pensando se o outro restaurante fechara para o feriado ou de vez.
Gosto do Sushi Bessa porque o arroz usado é o "certo". E tem o gostinho de vinagre, utilizado no preparo, ligeiramente acentuado, que é o que eu acho que dá a graça na coisa toda. O restaurante não estava lá muito bonito ou organizado, mas estão ampliando o lugar, então eu perdôo. Só não gostei que, desta vez, a variedade de sushis se resumia ao de salmão.
Não sanou a vontade de comer as coisas diferentes ilustradas em Na Prisão, mas deu para satisfazer até que fosse possível uma visitinha a m lugar mais requintado.
Na Prisão
Postado por Fernanda Eggers às 12:35 0 comentários
Marcadores: japonês, literatura, quadrinhos, resenha, restaurante
Então eu resolvi manter um elo entre o Natal de 2008 e o deste ano. Havia dado a primeira edição de AUTHORITY para o namorado e, tendo sido aprovado por nós dois, resolvi dar a segunda edição este ano, acompanhada de Na Prisão, de Kazuichi Hanawa.
Gostei muito do primeiro, mas achei o segundo ainda melhor. Como é dito na introdução, os super-humanos do AUTHORITY não são quaisquer supers. Podem, sim, ser classificados como heróis (pelo menos por mim), mas não estão sob a autoridade de nenhuma nação (exceto, talvez, a Jenny Sparks, o Espírito do Século XX, mas acho que é menos subserviência e mais paixão pela Inglaterra), como está o Super-Homem, por exemplo. Sim, ele está! E eu não gosto muito dele, então nem vou discutir o assunto.
Ou melhor, vou: pra quem não sabe, minha monografia consiste na comparação de 300 de Esparta nos dispositivos quadrinhos e cinema. Para isso, lógico, óbvio e evidente, eu fui estudar a história dos quadrinhos (depois linko aqui os artigos que podem ser úteis, estou postando do e-mail). E o Tio Sam convocou não só os heróis americanos para a Segunda Guerra Mundial, mas também os super-heróis. E, se as cores de seus uniformes já estampavam antes a bandeira americana, agora o comportamento é mais "For America! For Freedom"* do que nunca. Aí, depois da guerra, apareceu um psicólogo que lançou um livro dizendo que quadrinhos eram maus, subvertiam as crianças e as transformavam em criminosas violentas. A maioria dos heróis, que eram muuuuuitos durante a Guerra, desapareceu. Batman, Super-Homem e Mulher Maravilha foram alguns dos poucos sobreviventes. Mais tarde, alguns foram renascendo. Mas o texto é sobre os supers de Warren Ellis & cia, não dos heróis padrão que você conhece.
Jenny Sparks, fumante inveterada, sempre com sua camiseta estampada com a bandeira inglesa, comanda seus companheiros, "habitantes" da Balsa, uma nave do tamanho de uma cidade, abastecida por um universo bebê, que transita no limite da realidade. Ela é, aparentemente, um organismo vivo e está dentro e fora da Terra podendo, portanto, abrir uma porta para qualquer lugar. Isso possibilita que o AUTHORITY salve qualquer país de qualquer ataque. Os poderes dos heróis também são utilizados de forma pouco comum, ainda que boa parte deles seja recorrente em outros gibis mundo afora.
Jenny tem o poder do séc. XX: a eletricidade. Além de todo o conhecimento acumulado desde 1900.
Apolo é praticamente um deus-sol. Usando a energia do astro-rei para se abastecer, é um dos mais fortes da trupe. Faz todas aquelas coisas que queremos que um herói faça: voa, explode coisas, tem super força... E, aparentemente, não morre. Basta deixá-lo exposto ao sol que ele se regenera!
Meia-noite compartilha a super-força do companheiro (em todas as acepções da palavra), além de se mover nas sombras. Praticamente um Batman, né? Só que o Robin dele é muito mais poderoso. ;)
Temos também o Deus das Cidades, que pode se mover entre todas as grandes cidades e se comunicar com elas. Tipo, o vilão tá destruindo Roma e ele está em Nova Iorque? Num piscar de olhos ele está na Itália e já convenceu o chão romano que era uma boa idéia engolir o cara.
Swift não mostrou as garras em combate nesta edição, mas seu principal poder é voar. Ela possui asas gigantescas, é bastante forte (já que fica carregando o povo pelos ares) e não pense que "saber voar" se aplica só a si própria. A coisa anda pelos ares? Então ela sabe pilotar.
A Engenheira trocou seu sangue por um metal-líquido-orgânico-muito-
Sob Nova DireçãoAUTHORITY: Sob Nova Direção
Postado por Fernanda Eggers às 11:40 0 comentários
Marcadores: heróis, literatura, presente, quadrinhos, resenha
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