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By Ferramentas Blog
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Egocentrismo: eu na rede (1)

5 de set. de 2010

O que andei escrevendo nesta semana:

  • Comic House
  1. Eu sou Legião
  2. Elvis
  3. Sábado dos meus amores
  4. Capitão América: A Escolha
  5. Frankenstein
  • Fernandices
  1. Sunset (Nitin Sawhney) - letra e música
  2. Anaïs Nin (frase)
  3. Stand by Me (Timão e Pumba) - letra e clipe
  4. Stand by Me (Ben E. King) - clipe
  5. Orkut Daily Fortune


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Live in 3... 2... 1...

14 de jul. de 2010

E o Excentricidades deve voltar à ativa com força total em breve! Mas eu mereço um descanso, ah mereço...

Deixa logo eu agradecer a todo mundo que deixou recado no twitter, ligou e/ou apareceu hoje na apresentação da minha monografia, também às pessoas que me ajudaram no processo todo (e ao orientador e à banca, claro)! Porque um trabalho, seja ele qual for, não é feito sozinho. Mesmo que a ajuda seja indireta, ela sempre é bem vinda!

A defesa da monografia foi ótima, eu gostei de fazer isso, apesar do nervosismo e tenho algumas coisas para ajustar no texto, depois eu coloco aqui o link para download. ;) Talvez disponibilize também a apresentação do powerpoint, que Iara me ajudou a montar e ficou belíssima!

Mais novidades: ganhei um beagle, coisa mais fofa desse mundo (já tinha mencionado que iria ganhar), acabei de tirar algumas fotos dele e depois passo para o computador. Provavlemente vai se chamar Sheldon (foi mal, Tatah).

Guga, Anand, Iara, Elô, Rodrigo (s), Rubles, Rah, Vania, Mousinho, Neta, Dinarte, Allana, Chris, Romina, Deny, Dani (s), Audaci, Daslei, Manassés, Rafa, João, Thais, Dimitri, Cabelo, Josey, Adriana... Enfim! Um beijo pra minha mãe, um beijo pro meu pai e um beijo pra vocês! (Se o nome de alguém não constar na lista, não me apedrejem, eu estou morrendo de sono.)

Com o meu 10 devidamente alcançado, eu vou dormir, que estou precisando nesse momento...

“How do I feel by the end of the day
(Are you sad because you're on your own)
No, I get by with a little help from my friends”
The Beatles


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Em suspenso... #FimDePeríodoUFPB

4 de jun. de 2010

Eu me dediquei a reduzir meu curso de Jornalismo de 9 para 8 períodos e consegui. Quis abreviar o curso diversas vezes, pagando cadeiras de dois períodos ao mesmo tempo, e só não consegui por questões burocráticas. Durante esse tempo todo, mantive um CRE acima de 9.

Não acho que seja hora de colocar tudo em risco. Não é hora de perder um período para entregar uma monografia no início do próximo e prejudicar minha média, minhas férias e minha auto-confiança. Falta pouco tempo para eu me formar e, então, fazer o que eu quiser da minha vida. Inclusive levar três mil blogs adiante...

No mais, vocês devem continuar me vendo continuamente no Fernandices, principalmente com reblogagens, e quinzenalmente no Editor Vilão. Tenho planos de contribuir também com o Diva Genérica num futuro próximo, então fiquem de olho. =) O 16 Milímetros está se recuperando a passos lentos, devo escrever nele assim que tiver cabeça para falar de Robin Hood. O filme foi muito bom! (Valeu, Cabelo! Só tem vc!)

Ah, claro! Volto aqui em breve para anunciar o resultado do sorteio! E já estou pensando na promoção de um ano de Excentricidades! 

Pois é... Se até Leônidas concorda, quem sou eu para contestar? Vou voltar ao trabalho, que com esses espartanos não se brinca. Se eu não entregar a monografia a tempo, vou sonhar com 10 mil gregos livres em guerra contra minha displicência. Hehehe!


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Comic House traz Paulo Ramos para noite de autógrafos (22/05)

18 de mai. de 2010

UPDATE
Já que o twitter insiste em republicar esse texto, aviso logo que Paulo Ramos veio em Maio e foi um sucesso! Não sobrou um livro pra contar a história e, além do Bienvenidos, o Leitura dos Quadrinhos que eu também queria voou rapidinho.


A exibição do documentário sobre Luzardo também foi excelente, uma ótima chance de mostrar o talento que temos aqui em João Pessoa. Ele ainda faz suas "charges murais" no Centro, além do estúdio de gravação em metais.


As fotos que eu tirei do evento não estão lá com muito boa qualidade, mas podem ser visualizadas aqui (e uma delas foi parar no Blog da Veja, ó!)

VOLTAMOS COM A PROGRAMAÇÃO NORMALApós o lançamento do livro Bienvenidos - Um Passeio Pelos Quadrinhos Argentinos em Santos (15.05), Rio (17.05) e São Paulo (20.05), o jornalista e professor universitário Paulo Ramos virá a João Pessoa, para uma noite de autógrafos promovida pela Comic House.

[pausa] Viram como estou toda jornalista hoje? [/pausa]

O evento acontecerá no sábado, dia 22 de maio, na Comic House, com início às 18h e não se deterá no lançamento do livro. Na mesma noite será exibido o documentário Traços de Vida, de Niu Batista, sobre o cartunista Luzardo Alves.

A capa - linda, diga-se de passagem* - foi feita pelo quadrinista Liniers, autor das tirinhas Macanudo e o livro veio para mostrar que há mais nos quadrinhos argentinos do que Mafalda.

A Comic House fica no empresarial Esquina 200, Av. Nego, 200, no térreo. A lente da minha pequena câmera espera registrá-los lá!

*E lá se foi a minha imparcialidade jornalística.

Blog dos Quadrinhos (por Paulo Ramos): http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/

Contato - Comic House
Twitter: @comic_house
Blog: Comic House - Blig
e-mail: comichouse@ibest.com.br
Telefone: 3227-0656

** Eu estava pensando numa pauta de entrevista para fazer com o Paulo Ramos, mas li esta e esta e agora estou sem idéias! Quem quiser colaborar e deixar perguntas para ele nos comentários, por favor, be my guest. ;)


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Trabalhos e links

10 de abr. de 2010

Parei com essa brincadeira de memes por aqui. Farei as próximas num tumblr que criei, mas ainda não editei, que funcionará no endereço a seguir:

http://fernandica.tumblr.com

Estou oficialmente trabalhando com revisão e tradução de textos, portanto, se você tem uma monografia, um abstract ou uma cartinha de amor precisando de pingos nos is (e acentos, verificação ortográfica, gramatical ou se o seu objeto de desejo é gringo), fique a vontade para entrar em contato. Tudo o que você precisa saber está na página de contatos do Revisando, mas pode falar por aqui também.
http://sites.google.com/site/revisando1/home



Andei me metendo em blogs outros. Dei o ar da graça no Penteadeira há alguns dias, falando sobre o gloss da Arezzo.
http://penteadeira.tumblr.com

Sou (serei, na verdade) figurinha constante no Editor Vilão. Lá, falo sobre produção textual em diversos aspectos. Alguns, bem fora do tradicional. Meu primeiro texto já foi publicado. Estou preparando os próximos.
 http://editorvilao.com.br

O Editor Vilão também está no:
Twitter (@editorvilao)
Facebook
YouTube
Google Buzz
E você pode assinar o feed aqui: http://feeds.feedburner.com/editorvilao

Em breve, volto com meu diário de viagem, impressões de Niterói e fotos. Sim, já finalizei e estão lindas! =D

Estou participando de uma promoção da Cravo & Canela e, se não for pedir demais, queria que vocês me ajudassem e clicassem no "clique aqui" roxo aí embaixo. =D


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Espaço Experimental

22 de mar. de 2010

O Espaço Experimental é um programa semanal feito pelos alunos do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, no Laboratório de Radiojornalismo, que tem como orientador e jornalista responsável o professor Carmélio Reinaldo.


O programa vai ao ar todos os sábados, às 9h da manhã, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz). Não tem rádio com AM em casa, não consegue acordar às 9h da manhã num sábado nem está com tempo disponível nas manhãs para ouvir o Espaço Experimental? Não tem problema! A blogosfera apresenta a solução: o programa agora tem o seu próprio blog!

Para ouvir a qualquer momento os programas que vão ao ar é só acessar o blog ou o podcast:


O primeiro programa a figurar no blog é a entrevista Trote, rito de passagem e juventude, que foi ao ar no último sábado (20/03). Em breve eu crio coragem e posto aqui no blog as entrevistas que fiz na minha época de Espaço Experimental. (Foi ano passado, mas parece que faz tanto tempo!)


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Indicação - Montagem Proibida

15 de mar. de 2010

Estou estudando para a monografia e me deparei com um capítulo do livro O Cinema - Ensaios, de André Bazin, que começa falando sobre filmes infantis. Imediatamente pensei em Onde Vivem os Monstros, afinal foi o filme que assiti ontem e supostamente é infantil. Bazin se refere a inexistência de filmes verdadeiramente voltados para crianças com poucas excessões. Dentre elas, coloca as animações da Disney e boa parte do cinema norte-americano.

O livro é de 1985, então dou um desconto, mas não concordo com o modo a que ele se refere ao cinema americano. Sim, boa parte da produção hollywoodiana é facilmente compreensível por menores de 14 anos. Mas temos muitas animações, atualmente, que por mais que sejam inteligíveis para crianças, possuem certas mensagens que só são compreendidas por aqueles que possuem uma carga a mais de vivência. O próprio Shrek é assim.

E, voltando ao filme de ontem, vai me dizer que o menino que não sabia ler e ainda assim foi levado a um filme legendado pela mãe iria relacionar KW à mãe de Max? Ou as garotas de 10 anos sentadas na minha frente? Ou ainda, como eu e @lucianocnj estávamos fazendo no MSN ontem à noite, procurar sugnificações para as corujas?

(Nós chegamos à conclusão de que estão relacionadas com o trabalho e com o namorado da mãe de Max, porque são coisas que a afastam dele e que ele não entende.)

Então continuamos tendo poucos filmes para crianças, fato, as animações deixam de ser apenas infantis e o cinema holliwoodiano, no entanto, tem seus momentos em que não é tão pueril. Mas vou deixar as críticas para depois. Quem sabe quando escrever sobre Alice. Por enquanto, fiquem com o texto, que achei no Scribd. Estou gostando dele.

O Cinema - Ensaios (André Bazin)


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Spoiler Alert: 500 Dias com Ela

4 de fev. de 2010

Uma História do Tempo
por Fernanda Eggers para Spoiler Alert

500 Dias com Ela ((500) Days of Summer) é em essência um filme estilo “boy meets girl” (garoto encontra garota). No entanto, se junta ao seleto grupo de filmes que conseguem subverter as regras do gênero, dando ao público uma experiência nova.

Na história, que abrange os quinhentos dias do título, Tom (Joseph Gordon-Levitt), um criador de cartões comemorativos, em busca do amor de sua vida. No escritório ele conhece a bela Summer, interpretada por Zooey Deschanel. Os dois desenvolvem uma relação, mas há um problema: ela não acredita no amor.

Diretor estreante em longas, Marc Webb usa sua experiência em contar histórias curtas em videoclipes para imprimir um ritmo diferente à produção. Ele pega os dezesseis meses da história de Tom e Summer e os recorta, apresentando-os de maneira não linear. Momentos bons, ruins e comuns alternam-se agrupados por eventos, mostrados pela perspectiva de Tom.

Como dito no filme, esta não é uma história de amor. O personagem principal parece ser o tempo, que traz a paixão e a cura. Mais do que uma maneira divertida, criativa e inteligente de contar uma história que de outra forma pareceria convencional, 500 Dias Com Ela tem uma visão absolutamente honesta, ainda que um tanto tragicômica, do amor.
***
Este texto não é totalmente original. Como precisávamos ocupar um espaço e não tínhamos tempo, fiz um resumo deste texto do Omelete e coloquei algumas considerações minhas sobre o filme. (Que óbvio que eu assisti, seria inviável colocar algo na revista que eu não tivesse visto, mesmo sendo resumo de outro texto.)


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Spoiler Alert: True Blood

3 de fev. de 2010

True Blood e Questões Sociais
por Chris Guedes, originalmente publicado em Desoriental

Quem não viu True Blood, não sabe o que está perdendo. A série é, praticamente, um show de horrores que se passa majoritariamente na cidade fictícia de Bon Temps, interior de Louisiana, envolvendo vampiros, telepatas, metamorfos e seres mitológicos em uma trama de sexo, sangue e violência.

Mas a quantidade de aberrações sobrenaturais não impede que o criador Allan Ball consiga abordar, com naturalidade, inúmeras questões sociais sem precisar, necessariamente, atrair o foco da série para elas. A seguir, acompanhem alguns dos temas que já surgiram nos intensos episódios exibidos até então.

Todos os vampiros de True Blood possuem o que podemos chamar de flexibilidade sexual. Parece que, em face da imortalidade, os papéis de gênero a que estamos acostumados na sociedade são irrelevantes na cultura vampiresca underground. Pudera: para quem está vivo há vários séculos e para quem sexo, excitação e prazer envolvem necessariamente sangue, definições como hetero e homossexual parecem demasiado restritivas.

Um exemplo interessante é a personagem Pam, assistente do vampiro milenar Eric, xerife da Área 5. Em vários momentos da série ela demonstra sentir atração por mulheres. Todavia, é impossível saber se o desejo é sexual ou estritamente... alimentício.

Na primeira temporada, um dos três “vampiros do mau” mantém um carniçal gay e somos apresentados também ao rico personagem gay Eddie, um vampiro recém transformado que põe abaixo todos os nossos estereótipos (sociais e... sobrenaturais). Eddie é um homem de meia-idade, carente de afeto e disposto a passar a eternidade assistindo TV. Em uma conversa, ele comenta que a sociedade espera que os homens gays se pareçam com Jason Stackhouse (um metrossexual atlético e “comedor”) e que o fato de ser vampiro não o ofereceu nada, além de uma diferente moeda para pagar prostitutos como Lafayette.

Humano, negro, pobre, gay efeminado, envolvido com tráfico de drogas, pornografia e prostituição, Lafayette reune em si mesmo todos os grandes alvos do preconceito. Ainda assim, esbanja carisma e compõe um dos núcleos de alívio cômico da série. Mas True Blood não nos deixa esquecer que, apesar da malandragem e do crime, Lafa (como é conhecido entre os fãs) é um sofrido sobrevivente.

Outro assunto curioso que a série já abordou, ainda que em pequena escala, foi a questão da virgindade na vida adulta. Sem dramas e sem pressões, mostra dois personagens (uma mulher e um homem), de 25 e 28 anos respectivamente, que ainda não tiveram experiências sexuais, por motivos que nada tem a ver com religião ou puritanismo. E me rasgo em elogios porque nenhum deles é otário, nem herói.

De forma sutil, porém precisa, surge também a questão do abuso sexual infantil. A série denuncia a incidência do crime dentro de casa e relata como traumas dessa natureza abalam as estruturas familiares e comprometem o desenvolvimento da sexualidade da vítima.

Mas nem só se questões sexuais fala True Blood. A personagem Tara, por exemplo, lida com as conseqüências e traumas de uma infância problemática com a mãe alcoólatra. Complexada, agressiva e com baixa auto-estima, ela tende a afastar as pessoas que se aproximam, dificultando sua permanência em empregos e seus relacionamentos afetivos. Nas duas temporadas, acompanhamos o quanto sua fragilidade a deixa vulnerável à manipulação - mais realista, impossível.

No entanto, a antena paranóica dessa personagem com relação a preconceitos nos rende algumas reflexões interessantes - destaque para a cena em que ela critica o machismo do chefe por sexualizar as garçonetes, enquanto os garçons e cozinheiros sequer usam uniformes.

É com prazer que digo que minha série favorita favorece a quebra de estereótipos: a hippie ecologicamente correta viciada em drogas sob o pretexto de “entrar em intensa comunhão com Gaia”; a vovó do interior que tem a cabeça mais aberta do que os amigos jovens da neta; drogas que são mostradas exatamente como são: fonte de prazer e dependência, entre vários outros.

E falando em fugir dos padrões, lembremos que até mesmo os vampiros que mais esbanjam testosterona no seriado se preocupam com a aparência e são capazes de reconhecer e elogiar os atributos físicos um do outro.

Por fim, mas não menos importante, True Blood denuncia a alienação e a manipulação promovida pelas igrejas que desejam criar “soldados de Deus” para combater o “mal” representado pela diversidade (cultural, sexual e religiosa). Qualquer semelhança com a realidade de algumas igrejas cristãs não é mera coincidência.
True Blood é assim. Em tempos em que vampiros se envolvem em romances água com açúcar como na série Twilight, a HBO nos traz uma série adulta, nua e crua em todos os sentidos.

***
Visite o blog Desoriental.


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Spoiler Alert: The Big Bang Theory

2 de fev. de 2010

Os Nerds e Ela
por Eloísa França, especial para Spoiler Alert.

    Demorou mas aconteceu: os nerds tomaram conta do mundo. Começou timidamente, em 1984, com A Vingança do Nerds. Durante a década de 1990 eles foram humilhados, zoados e deixados de lado pela turma popular da escola. Mas a tecnologia entrou com tudo na vida dos seres humanos e agora os nerds é que são os grandes detentores da popularidade.

    Big Bang: A Teoria (The Big Bang Theory), é um seriado cômico que mostra a vida de Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons), dois amigos que moram no mesmo apartamento e que entendem tudo sobre física, mas têm problemas pra se relacionarem com as “pessoas normais”. Para completar, eles têm dois amigos, também nerds, que sempre freqüentam o apartamento: Rajesh Koothrappali (Kunal Nayyar) e Howard Wolowitz (Simon Helberg).


    A realidade dos quatro muda quando Penny (Kaley Cuoco), a menina loirinha, bonita e de inteligência questionável – diante da deles - se instala no apartamento em frente. Leonard se interessa por Penny logo que a vê e acredita que pode ter a chance de amar.

    Leonard aparenta ser o menos nerd dos quatro. Parece ser o ponto entre o mundo dos computadores, jogos de videogame e revistas em quadrinho e a realidade social convencional da maioria das pessoas, o que torna as suas tentativas de parecer normal em situações tidas como corriqueiras, um prato cheio para risadas. Sheldon não se preocupa com o contato humano, acredita ser superior, por conta da sua inteligência. Ainda assim não deixa de ser cômico com a falta de noção dentro de questões que envolvem relacionamento e etiqueta social.

    Os personagens que aparecem em torno desse núcleo também são um deleite pras risadas. As visitas da mãe de Leonard e a rixa entre Sheldon e um de seus colegas de universidade são hilárias.

    Big Bang: A Teoria está na terceira temporada nos Estados Unidos. No Brasil é transmitida pela Warner Channel.

***
Visite o Je Suis Diva.


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Spoiler Alert: Crepúsculo

29 de jan. de 2010

Paixão Possível
por Fernanda Eggers, mais ou menos especial para Spoiler Alert*

A história de Bella e Edward é recheada de clichês de romances – mas mesmo assim não deixa de ser uma leitura agradável. No primeiro volume da saga, composta de quatro livros, Stephenie Meyer criou o ambiente para uma paixão impossível entre uma humana demasiadamente propensa a acidentes e um vampiro que sente uma atração inexplicável por ela.

    No início da história, Bella Swan se vê rejeitada pelo primeiro garoto por quem se interessou na vida. Recém chegada na cidadezinha de Forks, em Washington, ela tenta não se importar com isso e se enturmar com os novos amigos. Edward Cullen acredita que ter amizade com a garota não é boa idéia, ainda assim não resiste e a faz passar por maus bocados, afastando-se e aproximando-se sem nenhuma explicação convincente.

    Até o dia em que Bella, o “imã para acidentes”, deixa de morrer atropelada por uma picape por intervenção de Edward. Depois disso, a garota fica intrigada com a verdadeira natureza de seu colega e passa a questioná-lo com freqüência. Por fim, ela descobre que ele é um vampiro. Com a verdade revelada, o relacionamento dos dois começa – e Bella passa a atrair ainda mais problemas.

    A narrativa do primeiro livro não é tão boa quanto a dos volumes seguintes, no entanto é contagiante o suficiente para garantir a leitura de toda a história do casal. Meyer tinha a clara intenção de atingir o público adolescente, principalmente o feminino, mas quem já não teve 15 anos? A crença no amor eterno e a vontade de viver uma paixão impossível já existiu em quase todos nós, fazendo com que a identificação com o casal seja fácil.

    As referências da autora são claras, muito da história tem como base textos de Jane Austen e William Shakespeare, e Meyer não faz questão de esconder isso, ela cita diversas obras dos autores na série e evidencia que Razão e Sensibilidade é um dos livros preferidos de Bella. Alguma semelhança com a série Harry Potter, de J.K. Rolling, que causou furor entre adolescentes há alguns anos, também pode ser vista na forma como o livro se desenvolve: ele apresenta diversos conflitos menores, facilmente resolvidos e, na metade da narrativa, surge o verdadeiro perigo da trama, que será resolvido no final, não sem deixar algo para ser explorado no livro seguinte


*Sim, eu me baseei neste outro texto, que eu já tinha publicado aqui.

***
Publicando um texto sobre uma história bonitinha de amor porque hoje é o aniversário do BF e achei que, de alguma forma, deveria fazer algum tipo de homenagem. Não que tenhamos algo a ver com o casal do livro, mas eu já publiquei o texto que escrevi sobre o presente dele [1] [2].


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Spoiler Alert: Gossip Girl

28 de jan. de 2010

A Grande Maçã está Podre
por Eloísa França, especial para Spoiler Alert

    Serena (Blake Lively) voltou, depois de sumir de Nova York por quase um ano. Alguém a viu chegando à estação de trem e enviou a informação para o blog Gossip Girl. A internet bomba: Porque ela foi embora? Por que ela voltou?

    Baseado nos livros escritos por Cecily von Ziegesar, o seriado conta o dia a dia dos adolescentes mais ricos de Nova York, os “Upper East Siders” .

    Na primeira temporada, Serena volta achando que tudo está do jeito que ela deixou ao sair repentinamente de Nova York, mas sua melhor amiga, Blair Waldorf  (Leighton Meester), não pensa assim. Ela se sentiu abandonada e por isso não considera mais Serena como amiga. É nas tentativas que Serena faz de se reconciliar com Blair que a primeira temporada se concentra e finalmente descobrimos porque ela deixou Nova York.

    O seriado está na sua terceira temporada, é transmitido pela CW nos Estados Unidos e, no Brasil, pelo canal pago Warner Channel.

    A novidade em 2010 é que o seriado também será transmitido em rede aberta. O SBT começa a transmitir a primeira temporada ainda esse semestre, com o nome Gossip Girl – A Garota do Blog. E, indo além da TV e dos livros, Gossip Girl também será mangá, mas com histórias diferentes das do seriado.


    A segunda temporada pecou por mostrar apenas mais do mesmo, ou seja, personagens que custavam a sair do lugar, sempre brigando pelos mesmos motivos. Apesar das histórias desta temporada terem deixado o colégio onde os personagens estudavam para ganhar as ruas de Nova York, as atitudes de grande parte deles continuaram as mesmas, algo que tornou alguns episódios muito aborrecidos de assistir.

    Blair continuou sua desesperada luta para conseguir a tão sonhada vaga em Yale, brigando com Serena várias vezes por esse motivo, mostrando ser uma personagem muito mais madura em alguns episódios — como aqueles em que procurou ajudar Chuck —, para simplesmente voltar a ser a mesma adolescente de sempre no episódio seguinte — como naqueles episódios em que tentou bancar a rebelde por não ter conseguido ir para a faculdade de seus sonhos.

Visite o Je Suis Diva 

***
Ah! E nós estamos de luto pela estréia da série no SBT. Bom, ao menos eu estou. Que dublagem b...! Deixa pra lá, isso é um blog de respeito. Mas enfim, acho que todos têm direito às futilidades dos Upper East Sidders. Fariam melhor colocando The Big Bang Theory (mas duvido que a maior parte dos telespectadores fosse entender as piadas).


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Spoiler Alert: Na Prisão

27 de jan. de 2010

Rotina Japonesa
por Fernanda Eggers, especial para Spoiler Alert (sort of*)


Tomohide Kure menciona na introdução deste mangá que as cartas que davam maior prazer aos presos eram aquelas com assuntos corriqueiros do dia-a-dia. Aqui, o caminho inverso foi feito. Hanawa fala de como foi a vida na prisão, sem grandes pretensões, denúncias ou escarcéus.

    O quadrinista foi preso em  1994 por porte ilegal de armas. Ele colecionava armas de brinquedo e logo passou a comprar armas modificadas. Foi descoberto e preso pela polícia quando as testava nas montanhas. Julgado e condenado, Kazuichi passou alguns anos encarcerado e mostra, ainda que atrás das grades, uma cultura completamente diferente da nossa.


    Kazuichi escreveu o mangá após sair da prisão e conta de maneira agradável, até mesmo leve, a sua vivência, com ênfase na comida e na disciplina.


* O texto foi baseado em outro, que escrevi aqui.
***

Eu esqueci de avisar! As matérias não serão postadas na ordem da revista. Vou colocar aleatoriamente.


Fiz uma pequena publicidade (não autorizada, é verdade, mas espero que Manassés não se importe...) da Comic House, porque:
1. Eu precisava de algo que ocupasse algum espaço;
2. A loja é muito boa, é raríssimo não encontrar alguma HQ que eu queira (normalmente porque já acabou).


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Spoiler Alert: Avatar

26 de jan. de 2010

James Cameron, o Megalomaníaco
por Jorge Cavalcanti, especial para Spoiler Alert

O novo filme de James Cameron (Exterminador do Futuro, Titanic) veio acompanhado de uma enorme campanha publicitária, que conferia a ele uma difícil tarefa: Ser um divisor de águas na história do cinema. Ser algo revolucionário, que conferiria uma experiência totalmente nova aos espectadores. Cameron escreveu e dirigiu este ambicioso projeto, cuja produção custou a impressionante cifra de aproximadamente 400 milhões de dólares.

    Em Avatar, somos apresentados a Jake Sully (Sam Worthington), um fuzileiro que se vê envolvido num ambicioso projeto de inserção no mundo de Pandora. O “projeto Avatar” permite que humanos enviem suas mentes para corpos similares aos dos nativos, como forma de se mesclar à população local, os selvagens Na’vi. E, para evitar spoilers, é melhor que só se diga isso sobre a história.

    Visualmente, o filme é um espetáculo para os olhos. A tecnologia de captura dos movimentos e expressões faciais dos atores, criada pelo próprio diretor, somada à qualidade dos efeitos gráficos, conferem um altíssimo grau de realismo ao mundo de Pandora. E mais do que isso, tornam possível se ver verdadeiramente a atuação por trás dos efeitos de animação. Cada pequena expressão dos atores foi transmitida aos personagens.

    O cenário onde a estória acontece, Pandora, é um mundo belo, e fascinante. James Cameron resolveu “brincar de Deus”, sempre trabalhando com o esmero que lhe é característico, dando vida à flora e à fauna local, e criando um ambiente verdadeiramente único. O resultado é fantástico.

O enredo do filme, por sua vez, segue uma história simples, sem grandes surpresas, mas muito bem conduzida, com uma estrutura narrativa envolvente. É um “feijão com arroz”, mas muito bem temperado. A mensagem ecológica que ele contém é transmitida de forma pouco sutil, mas eficaz.

Se Avatar é revolucionário? Talvez, se tomarmos por parâmetro o campo dos efeitos especiais. Contudo, não deve criar uma “era pós-avatar” no cinema. Apesar disso, é um filme excepcional, obrigatório para os fãs de fantasia e ficção científica, e uma excelente pedida mesmo para aqueles que não apreciam estes gêneros.

***
Assisti domingo e amei! Fico devendo a minha própria resenha.


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Spoiler Alert

Como prometido, vou postar no blog os textos escritos para a revista Spoiler Alert, um por dia. Seguem, também, as páginas da revista e tals.

Este trabalho foi feito para a cadeira de Pequenos Meios do curso de Jornalismo. Passei uns 3 dias "brincando" de diagramar a revista, mas o resultado valeu, ficou muito bonita. E rendeu uma boa nota ao grupo. ;)

Todas as páginas estão disponíveis na minha galeria do Picasa. As imagens utilizadas são de distribuição ou achadas na internet, ainda que eu tenha dado uma editada em algumas delas.

Capa, Editorial e Contracapa:


Clique nas imagens para ampliar.

ATENÇÃO: As datas dos shows foram alteradas. Os Old Boys tocarão nesta sexta-feira (29/01) no Vinil Retrô (Feirinha de Tambaú, ao lado do Zodíaco), à meia-noite, se não me engano e no dia 13/02, Astral Drinks, no início da Beira Rio.


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Meme 2

15 de dez. de 2009

Procurando na internet o conceito de Prolepse de João Batista de Brito, porque estou com preguiça de ir buscar o livro, me deparo com uma meme legal neste blog aqui, e nem sei como foi que caí lá, mas enfim... Uma pausa não vai me matar...

O desafio consiste nos cinco passos que se seguem:

1. Pegue no livro mais proximo, com mais de 161 páginas;
2. Abra o livro na página 161;
3. Nessa pagina procure a quinta frase completa;
4. Transcreva na integra para o seu blog a frase encontrada;
5. Aumentar, de forma exponencial, a improdutividade, fazendo passar o desafio a mais 5 bloggers a escolha. (que eu não vou indicar, quem quiser, sinta-se a vontade pra pegar as regrinhas e fazer um post parecido.)

E a escolhida é...

"É melhor a prisão do que o seqüestro."

Confesso... Não é o primeiro nem o segundo livro, é o terceiro. Os dois primeiros estão plastificados e embalados porque são presentes. Sorry.

A frase saiu do "Elite da Tropa", de Luiz Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel. Óóótimo livro, que surgiu do mesmo roteiro do filme "Tropa de Elite", mas que possui mais histórias, mais vertentes e é bem interessante! Não acho que dê pra comparar um com o outro. E eu recomendo os dois.


 
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Folders

10 de nov. de 2009

Então eu tive que fazer um folder sobre a editora Marca de Fantasia para a cadeira de Pequenos Meios. E descobri alguns livros que eu gostaria de adquirir, mas a preguiça de realizar depósito bancário é muito grande.

Como estou com preguiça, me absterei de fazer comentários sobre o site em si e vou só mostrar as fotos do meu folder aqui:




Mais ou menos exterior do folder.




Interior do folder.




Montagem tosquinha pra mostrar diferentes aspectos do trabalho de uma forma minimamente interessante.


Também fiz a arte gráfica do I Seminário Paraibano de Educação em Direitos Humanos para o CPEDH. O site foi feito por um amigo meu. Foi muito, muito bom ver o meu banner grandão lá na frente do Hotel Caiçara e na sala de conferência!



Imagem do Banner.



Exterior do folder.



Interior do folder.




Exemplo de certificado.


Não tirei fotos detalhadas do folder depois de impresso, mas se o fizer, atualizarei o post. =)

E por hoje é só, pessoal!


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Postal

31 de out. de 2009

Happy Halloween!!
O spooky post halloweenístico foi o de ontem. Porque sim, reforma é algo assustador. O de hoje vai ser algo light, ainda que praticamente +18.


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Uma das cadeiras laboratoriais (ainda que não tenhamos laboratório) do curso. Professor pede para fazermos um cartão postal pessoal ou educativo. Acredite se quiser, mas eu sou tímida e não sei falar sobre mim mesma. Além do mais, acho que não dá pra me resumir num postal. Não gosto dessa coisa de se resumir em uma ou poucas palavras, afinal, somos seres polifônicos e multifacetados e não sei qual das minhas facetas é a mais apresentável (apesar de sempre mostrar a menos apresentável por aqui).

Educativo será! E, ser polifônico e multifacetado que sou, gosto de chamar atenção de vez em quando (não combina em nada com ser tímida, né?) e queria fazer algo diferente. Acho que ninguém vai falar sobre a prática de esportes. E acho que o professor não esperaria isso, até porque acho que ele acha que sou muito blasé pra me interessar por isso.

Na busca por uma imagem legal, inspiradora e artística de alguém praticando esportes, no laboratório do digníssimo (porque enquanto Comunicação é um inferno, Informática é um paraíso: dá todas as condições para seus estudantes e para os intrometidos), pedindo opinião sobre as imagens, ele dá a sugestão:

- Por que você não faz um sobre "pratique sexo"? Faz bem pra saúde.

Foi o clique que faltava! Eu tinha uma senhora imagem, tinha uma lista já antiga que tava rolando pelos twits e blogs novamente com esse tema, era algo educativo e nunca, jamais, na vida dele, o professor esperaria receber esse tipo de postal. E ninguém na turma faria com esse tema.

Pra ver a lista na íntegra: Lista10 | Haznos

Eu dei uma editada básica no texto, pra caber, mostrei pra amigas e pro namorado, que aprovaram, e levei pra aula.

Antes de mostrar o trabalho para revisão, encontrei com o meu orientador que, após toda a conversa sobre minha monografia (que também é meio hot, leia um livro de Anaïs Nin e saberás), deu uma olhada nos textos que tinha na minha pasta e, lá no meio, estava a prévia do meu postal. Ele viu a foto, tirou onda, leu os itens, concordou com cada um e deu aquela gargalhada. O outro orientando dele também gostou.


(Ainda houve uma recomendação de que eu espalhasse tal postal pelo departamento, porque tinha gente que tava precisando, mas vocês não sabem disso.)

Levo para o professor da cadeira. Que eu não sei se gostou, porque eu quase o vi engolindo em seco. Acho que o deixei sem graça. Pode ter sido somente minha imaginação. Talvez seja só surpresa, eu ficaria surpresa ao receber um postal educativo sobre sexo de uma aluna que não conheço bem. Mas ele fez as correções necessárias e eu saí de lá, como se meu trabalho fosse a coisa mais natural do mundo. E é, não é? A maior parte das pessoas acima dos 20 anos já transou e reconhece que há benefícios na coisa.

Mas isso tudo é só para eu mostrar o meu trabalho, porque achei lindo e sim, acho que devia espalhar pela cidade, porque o problema de várias pessoas é justamente a falta desta prática:

 
Clique nas imagens para ampliar.



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