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By Ferramentas Blog
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Bye Bye Google Reader, Hello Feedly

14 de mar. de 2013

Eis que me arrasto, cheia das cólicas, para o computador, buscando uma distração nos feeds de gatinhos e na minha fazendinha feliz (sim, eu jogo Farmville 2, so what?), quando, ao abrir o Google Reader, sou informada que o Google encerrará o serviço em 1º de julho. Fiz draminha no Facebook e tudo.

Why, Google? Why?!

Dramas à parte, fui lá no Takeout e fiz o backup dos meus arquivos. Ansiosa como sou, saí em busca de um outro site que o substituísse. Dos que encontrei, fui com a cara do Feedly.

De cara ele me deu a opção de fazer login com a conta do Google e importar todos os meus feeds. Importou a minha organização bonitinha também. A aparência dele é bem mais clean (eu achei) e gostei da movimentação também. Os atalhos continuam os mesmos: L para gostar de algo, J para passar para o post seguinte e K para voltar ao post anterior. (Deve ter mais algum, mas são esses os que mais uso.)

Lembro que detestei quando o GReader tirou a opção de curtir as coisas no Facebook e mandar para o Twitter. Também não dava mais para seguir outras pessoas. Tudo isso seria feito no G+. Olha essa matéria do Gizmodo a respeito disso e do encerramento do serviço. Fiquei bem feliz que o Feedly permite que compartilhemos onde bem desejarmos.

Me sugeriram o Pulse também, mas já tinha tentado usar o serviço antes e não gostei muito.

feedly

Vamos falar do Feedly, então.

Gostei dele porque tem um visual limpo, claro, conectou instantaneamente com o Reader e todos os meus feeds estavam lá em questão de segundos.

Ele integra com Chrome, Firefox, Safari, iOS e Android. Foi mal aí para quem usa Internet Explorer e Opera. Dá para escolher a cor do tema (acabei de descobrir e, apesar de ter um chamado Purple Cats, o Moai se mostrou o mais leve, visualmente) e até mesmo a fonte dos artigos no menu Preferences.

Seja você um futuro órfão do Reader ou alguém que quer organizar seus feeds de blogs e canais de notícia em um único lugar, espero que goste da dica.

UPDATE: Minha amiga Thais me mandou este vídeo onde o Hitler também está órfão do Google Reader. Me acabei de rir! Mostra a indignação de muitos usuários e ainda dá umas sugestões de possíveis serviços. E lembra também que não, rede social não é uma alternativa viável para um leitor de feeds.



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Secretária eletrônica: como proceder?

26 de jan. de 2011

As pessoas compram e instalam secretárias eletrônicas para que outras pessoas possam deixar recados quando as primeiras não se encontram em casa, estão no banho, não lembram onde largaram a porcaria do telefone sem fio ou estão doentes com uma crise de garganta fenomenal, portanto simplesmente não conseguem atender o telefone.

Acontece que as pessoas que ligam parecem não gostar muito de falar com uma máquina. Poderia se pensar que tal coisa já teria sido superada a essa altura, afinal quantas pessoas não conversam com o próprio computador? Ou soltam frases para todo mundo e para ninguém no twitter? Ou ainda falam com outros, mas através de fones de ouvido bluetooth para celular que ficam invisíveis sob os cabelos, portanto parece que os usuários estão falando sozinhos.

Imagem daqui.

O engraçado é que a secretária eletrônica é mais antiga que tudo isso... Especialmente o twitter e o bluetooth. Tá, seu uso nunca foi tããão comum por aqui, mas é algo muito prático! De início eu ficava irritada com a luzinha da secretária piscando, avisando da existência de uma nova chamada. Quando ia ouvir, a gravação era apenas um tu-tu-tu de quem desligou sem dizer nada.

Outra vez, metida debaixo do chuveiro, deixo a secretária atender. A máquina atendeu três ligações consecutivas. Em todas, quem ligou ouviu a gravação e desligou sem deixar recado. Pela velocidade com que o telefone voltou a tocar, imagino que tenha sido a mesma pessoa nas três vezes.

Inicialmente, eu me irritava. Hoje, acho até graça. Porque quem se dá mal é quem liga, entende? Veja só: se for telemarketing, já me livrei. Se for engano, já me livrei. Se for trote, idem. Mas o cara/a moça do telemarketing deixa de fazer seu serviço, o enganado fica sem saber se ligou certo ou não (ou até sabe, dependendo da gravação...) e o troll tem sua brincadeira frustrada.

Além do mais, todos eles pagaram pela ligação. Assim que a máquina atende, a companhia telefônica já começa a cobrar. Como o preço é o mesmo se você deixar ou não o recado, acaba que é melhor deixar. Afinal, não terá gasto os centavos em vão! E basta dizer: "Fulano, aqui é o Beltrano. Me liga no número Tal e vamos tomar umas cervejas." Ou terminar o projeto, marcar o próximo ensaio da banda ou comparecer na reunião de amanhã. Tanto faz. A questão é que quem liga fez o que tinha que fazer de um modo mais rápido, inclusive, do que se o dono do telefone tivesse atendido.

Se for só pelo dinheiro, é besteira não deixar recado. Se for por não gostar de falar, melhor desistir de ligar pra casa, manda logo uma SMS pro celular, que resolve tudo de forma muito mais simples.


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Ciclovia: pra que serve, afinal?

15 de set. de 2010

Já que semana passada eu falei do Projeto Pedala João Pessoa, que faz parte do Mobilicidade, resolvi que nesta quarta falaria de bicicleta também. E hoje é pra reclamar. Afinal como mulher, jornalista e crítica da sociedade, é mais que um prazer, é um dever. (Ok, ser mulher não tem nada a ver com a coisa, eu conheço homens bem mais reclamões do que eu e reclamarei com justa causa.)

Pra que serve esse trecho aqui, hein?
Tenho ido pedalar com alguma frequência. Já que a cidade disponibiliza uma área segura, me dá acesso às bicicletas e eu me viciei na atividade (quinta-feira passada fui pedalar debaixo do maior toró), por que não?

A ciclovia espaçosa que fizeram aqui dá até gosto. O problema são as pessoas. Compreendo os corredores utilizando a bordinha entre a ciclovia e o estacionamento dos carros, afinal de contas é difícil correr na calçada. Não acho que eles estão certos, mas os compreendo. Acontece que ciclovia foi feita pra bicicleta, não pra pedestre.

Está claro? (Acho que precisamos de placas como essa em João Pessoa) Ciclovia austríaca. Foto daqui.
Muitas vezes me deparei com pessoas caminhando tranquilamente que, inclusive, se recusam a sair da pista, mesmo quando há várias bicicletas transitando. Será que elas não percebem que também é um veículo? E que se o ciclista não conseguir se desviar, não vai ser uma simples trombada, vai ter o impacto do ciclista e da bicicleta agravados pela velocidade de quem estava no pedal? E que se o pedestre for atropelado na ciclofaixa, quem está errado é ele, não o ciclista?

Há pessoas que pensam que, apesar das placas e sinalizações no chão, aquela área é reservada para caminhadas. Já encontrei senhores em suas caminhadas vespertinas reclamando da ciclista iniciante em alta (ok, nem tanto) velocidade porque ela quase bateu neles. Apesar de todos os pedidos de "com licença" assim que eles entraram na ciclofaixa e do desespero, porque simplesmente não ia dar tempo de frear completamente a bicicleta. É muito mais seguro ficar fora da ciclovia se não há rodas sob seus pés.

Do mesmo jeito que correram risco com uma bicicleta, poderiam ter corrido com um skate ou patins, que também usam a ciclofaixa. Muito mais compreensível e aconselhável inclusive. São rápidos demais para transitar junto aos pedestres na calçada e o material do qual a faixa específica é feito é diferente, muito melhor para as diversas rodinhas.

Estacionados
Além daqueles que usam a faixa para caminhadas, passeios e voltinhas com as crianças soltas correndo de um lado para o outro e causando aflição em quem pode acidentalmente atropelá-las, tem as pessoas que, simplesmente, param. Se acumulam na pista, às vezes até estendem objetos ou usam para fazer manobras com motos. E ainda acham ruim quando os ciclistas reclamam e pedem que saiam dali.

Setinha apontando pra cá, setinha apontando pra lá.
Sabe o que isso indica? Que a ciclofaixa tem mão e contramão. E a de João Pessoa é ampla o suficiente para isso (ainda que tenha alguns trechos falhos). Mesmo com as marcações, muita gente resolve usar a mão contrária e espera que quem está na mão certa desvie. Já pensou se isso acontece com carros? Se eles resolvem andar na mão que mais lhes convier?

Não, espera... Isso acontece no Bessa. Tinha me esquecido deste detalhe. Mesmo após o calçamento de diversas ruas, muitas pessoas continuam dirigindo como se fosse terra sem lei. Ou a Inglaterra. E só não dá tumulto porque ainda não há tantos carros assim circulando. Ainda. Deixa começar a passar asfalto...

Ciclovia de Florianópolis. Foto daqui.

Espero, sinceramente, que a mentalidade das pessoas mude. Que não seja necessário encher a orla pessoense de placas dizendo aonde você pode e aonde não pode andar. Que as pessoas sejam mais cordiais, pensem um pouco além do próprio umbigo, evitem acidentes e se toquem de que isso não é para uso "dos outros". É para todo mundo. É meu. É seu também. Essa mentalidade não existe só em João Pessoa. Está em todo lugar, infelizmente.


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Trocando Postais

12 de ago. de 2010



Que o Postcrossing é um vício, eu já falei. Já expliquei, também como funciona. E já viciei mais algumas pessoas. Já que eu fiz isso, vou, então falar algo sobre a troca: por que envio e recebo tanto postal da Finlândia?!

Bem simples. Para manter a coisa justa, o Postcrossing (criado por um português, by the way) coloca os países mais ativos para mandar para os menos ativos. Ou seja: Tem muita gente ativa na Finlândia e nem tanta gente ativa assim no Brasil. Sendo assim, não seria lá muito equilibrado se a gente aqui começasse a mandar postais para o Afeganistão, com apenas 10 usuários e 18 postais enviados. Eu sozinha, com minhas duas contas, sou mais ativa que o país. A galera da Finlândia (muito legal, inclusive), ia ficar chupando o dedo, né?

Mas eu não marquei a opção de repetir os países! So sorry. Aproveita pra fazer amizade com os finlandeses. Os holandeses também são muito ativos e possuem diversos postais bonitos. O que mais você pode fazer? Bom, criar posts no seu blog falando sobre o Postcrossing é uma idéia. Convidar amigos pessoalmente é outra. Mostrar sua linda caixa de postais pras visitas ou deixá-las ver como você fica feliz quando recebe coisinhas do correio também é válido. Quanto mais gente mandando postais, mais ativo é um país e para mais países "estranhos" teremos contato.

Tá, o site é pago? Nope! Ó que lindo: vc só tem que pagar pelo postal e pelo envio. E deixa eu dizer: só pago R$1,25 pra mandar um postal pra China.

E como o site sabe que meu postal chegou? Bem simples: na hora que você pede um endereço, o site te passa junto uma ID. Você deve escrevê-la em algum canto do postal. A recomendação é que não seja escrito embaixo do endereço nem na área das estampas. Escreva, também, mais de uma vez por postal. Eu coloco duas vezes, em cores diferentes do texto e a orientação do texto varia...

Ok, gostei! Então se registra aí, txio/txia! =D http://www.postcrossing.com/signup
Minha galeria de recebidos no usuário fve1986


Dicas de onde comprar postais em João Pessoa:
Tem gente que tem dúvidas sobre onde encontrar postais em JP, então segue uma pequena lista de lugares:

UFPB: No Centro de Vivência, perto do Banco do Brasil, tem uma papelaria que vende de tudo, inclusive cartões postais. Tem postal que só encontrei lá e o preço é o melhor que encontrei: R$ 0,70.

Banca Viña Del Mar: Qualquer banca dessa rede possui postais, dos mais variados, só que eles não deixam à mostra, não sei por quê. Os preços variam, o mais barato custa R$ 1,00. Tem uns lindos e outros muito, muito toscos e desfocados. Tem uma Viña del Mar na Feirinha de Tambaú, outra no Mag Shopping, outra no Habib's e uma no Centro.

Feirinha de Tambaú: Perto da praça de alimentação que parece uma rodoviária há uma banca de revistas cujo nome eu não me lembro. Lá também vende cartões postais, o mais barato, se não me engano, custa R$ 1,20.


Bessa Shopping: Há uma papelaria, ao lado do Banco do Brasil, que vende cartões postais, a R$ 1,00 cada. Também funciona como agência dos Correios. Lá eu compro, lá eu mando. Já tô ficando amiguinha do pessoal da loja.

Lagoa: Dizem as más (ou seria boas?) línguas que algumas barracas no Parque Solon de Lucena vendem postais. Eu ainda não tive a chance de descobrir.

Aeroporto: Há uma loja no Aeroporto Castro Pinto (olha o nome do aeroporto de João Pessoa... ¬¬) que também vende postais, mas como são os mesmos da Viña del Mar, não me preocupei em olhar preço. Ainda assim, se você estiver saindo da cidade e tiver esquecido de comprar alguns, eis sua chance!

Mag Shopping: Aqui não é exatamente compra. Nos locais de pagar estacionamento, normalmente há postais do shopping. É propaganda, mas as fotos costumam ser bonitas.


Sabe de algum outro local para comprar cartões postais? Não seja egoísta, informe nos comentários! =D Não precisa ser, especificamente, em João Pessoa. Fale da sua cidade, é sempre bom saber aonde podemos comprar essa singela lembrancinha quando estamos viajando.

Seja criativo, faça seus próprios postais. É possível revelar fotos e, no verso, colar papel adesivo para escrever o endereço e a mensagem. Muitos dos melhores postais são feitos dessa forma e, como ainda não vi um postal que não seja turístico em João Pessoa, é um jeito de você variar, também.

Dúvidas que já ouvi:
Onde escrevo o endereço do destinatário?
Preferencialmente à direita. A àrea da esquerda serve para você escrever sua mensagem e a ID do postal.


E o meu endereço, onde vai?
Não vai. Não precisa. Se você realmente quiser, pode fazer um adesivo com seu endereço, bem pequenininho e colar no cantinho inferior esquerdo do postal. Deixe claro que isso é o endereço do remetente, ou você pode acabar com um cartão retornado.

Para evitar dúvidas, segue um exemplo. Esse é o verso que uso quando mando um postal caseiro.


Verso do postal
No topo, do lado esquerdo, coloco a identificação do postal. No caso, foi a foto que tirei do MAC (Museu de Arte Contemporânea). No lado direito, marquei uma área para o selo, logo abaixo para o endereço e, por último, áreas de identificação com a ID, o nome de usuário e a data em formato internacional (ano - mês - dia). Nunca tive problemas com a identificação aí, mas mudarei isso em futuros postais, já que pode ser confuso.
Frente do postal
Qualquer dúvida, dica, informação, seja bem vindo. Os comentários estão mais do que abertos!

Minha conta principal (galeria):  http://www.postcrossing.com/user/fve86/gallery
Minha conta secundária (galeria): http://www.postcrossing.com/user/fve1986/gallery


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Speak English Night fora de época no Café Banana

4 de jul. de 2010

Eis que minha monografia está quase concluída, então dá para eu voltar a escrever para o blog. =) Ia falar do show do Cadillac Rock na sexta, do Vinil Retrô, mas como isso não é um diário de viagens, acho que começarei de trás para frente.

Ontem, após o cinema, fomos (voltamos, no meu caso, eu já tinha estado lá mais cedo) ao Café Banana Lounge, no Retão de Manaíra, devido ao desejo por café de uma amiga. O café de lá é gostoso, indiscutivelmente. Mais cedo, tomei um chocolate quente que não era tão cremoso quanto eu esperava, mas enfim. A Coca-cola de mais tarde estava no grau, então tá tudo certo.

Acho que já mencionei que o lugar é pequeno, aconchegante, com umas 3 mesas e um sofazinho e, participando da decoração, alguns violões. Devidamente assentados, nós 5, colocamos um violão na mão de um dos amigos que estavam lá, Anand (que já figurou aqui em foto e em texto) e fomos felizes, tocando, cantando e conversando.

Eis que chega um casal de americanos. Ele começa brincando que a noite de falar inglês mudou e agora era no sábado. Como a gente já estava cantando em inglês mesmo, entramos na brincadeira. Logo mostramos o não-fã dos Beatles que estava cortando nosso barato e, acompanhado de Anand, ele cantou You've Got to Hide Your Love Away, para total deleite meu e das meninas, que tiramos a noite - como sempre - para tirar onda de Marcelo-Eu-Não-Gosto-de-Beatles.

A garota que estava com ele começou a cantar conosco, inicialmente no canto dela, depois numa mesa próxima e, por fim, do nosso lado no sofá, acompanhando as letras no iPod, conversando sobre de onde veio e porque estava aqui, enfim, bonding. Ela tinha uma voz muito, muito bonita, e os dois eram super simpáticos.

O Banana é um lugar legal por permitir essa interação. É pequeno, a música agradável e baixa, a iluminação quente (o que é ruim para quem está fora da linha do ar-condicionado), isso praticamente obriga os fregueses a interagir. Ao adicionar a isso um violão, um violeiro e músicas que todos conhecem, a receita da noite surpreendentemente agradável está pronta.

Minha única ressalva é o cardápio, no quesito comida. Acho limitado, poderia ter mais opções (apesar de já estar ampliando). Enquanto para beber a dúvida é qual daquelas coisas bonitinhas e aparentemente gostosas escolherei, para comer fico de mãos atadas pela pouca variedade.

Aos interessados: se não me engano, o dia oficial de falar inglês é na quarta. Na quinta, tem o Vinho Violado e, a qualquer dia, é possível participar do Book Crossing: leve um livro para o café e pegue outro para ler.

Localização:
Av. Flávio Ribeiro Coutinho, Empresarial Praia Shopping, 300, térreo, Manaíra.
Telefone: (83) 2106-0978

Horários de funcionamento:
Seg e Ter: 9:00 às 22:00
Qua a Sáb: 9:00 às 0:00
Dom: fechado.
Para informações do Qype, clique aqui.
Site do Café Banana Lounge: http://www.cafebananalounge.com.br/


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Read 'till you drop

26 de mai. de 2010

Ganhei este selinho da Jac, do Se é Grátis Eu Quero!. Sei que já tinha dito que iria postar memes e essas coisas no Fernandices, mas...
...1: O indicado foi o Excentricidades;
...2: Eu ainda não tenho um texto para essa semana, então, pelo menos, atualizo. (Umas semanas com tanto, outras com tão pouco...)



Regras:
Postar o selo no blog;
Oferecer a três blogs e avisá-los
Responder a  três perguntas.






Perguntas:
1º Diga uma coisa que o leitor vai pensar "Hummm... interessante!"
   Hm... Interessante... Eu não tenho nada de interessante que vocês provavelmente não saibam... Ah, tem uma! Eu troquei alguns livros no Skoob com o Lucas e, além da série do Guia do Mochileiro das Galáxias (S2), ganhei um amigo! Achei isso muito massa! Ele é meu primeiro amigo virtual! Hahaha! E tenho um penpal (deveria ser emailpal nos dias de hoje, né?) na Sérvia, fizemos contato através do Postcrosing

2º Diga uma coisa que o leitor diga: "Uau, eu nunca ia saber disso!"
   Eu fui apaixonada pelo professor de matemática na quinta série e era ótima nisso, assim como era ótima em física até a oitava série, adorava estudar ondas, tinha uma parte de química que gostava muito e comecei a estudar genética desde o primeiro ano (dois anos antes do resto da cidade, fugindo das aulas de inglês e por interesse próprio). Se certos eventos não tivessem ocorrido e eu não tivesse virado rebelde sem causa, ainda estaria me entendendo com esses assuntos de exatas e talvez estivesse terminando um curso de Arquitetura ou Computação hoje, e não Comunicação.

3º Diga uma coisa que o leitor vai dizer "O quê?" e vai ficar de boca aberta! 
   Eu não me vejo mãe, não quero ter filhos, não sei o que fazer com uma criança muito pequena, além de achá-la fofa à distância, fico desconfortabilíssima com um bebê nos braços e não sei como brincar com nenhuma delas. Meus amigos sabem que não tenho nenhum interesse em ser mãe, mas acho que nem todos  sabem dessa "aversão" (mil aspas aqui, não tenho problema nenhum com crianças, simplesmente não sei interagir com elas e certas coisas, como pegar um bebê, me apavoram, porque acho que vou derrubá-lo ou "quebrá-lo"). Talvez seja um trauma, talvez minha carga genética esteja quebrada e o instinto materno não veio no pacote. I'm not mum material and I'm happy that way.
Indicando:
Je Suis Diva
Diva Genérica
Penteadeira
(Só tem diva na minha lista! Hahaha!)


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3 anos

29 de abr. de 2010


Quando eu conheci meu namorado éramos amantes e eu, a esposa do governador. Ele era o mordomo e a ideia era pegar a fortuna e fugir, provavelmente para alguma ilha paradisíaca.

Era minha primeira - e única, até agora - vez num live action e eu não tinha muita ideia do que fazer. Ele era um pouco mais baixo, mais magro, tinha o cabelo mais curto e eu o achei bonitinho, mas não decorei seu rosto nem seu nome. Não estou brincando quando digo que não tenho memória. Eu era novinha, boba, tinha um namorado que foi uma das piores escolhas que fiz na vida e estava de rosa-choque.

Anos depois, com o dito namoro terminado há anos, outro rompido há meses, lembro-me da história. Na verdade, lembrei-me da história várias vezes nesse período. Lembrava quem era o governador, porque o encontrei algumas vezes depois do acontecido. Não lembrava quem era a violinista a quem dei carona nem quem era o meu amante. E queria me lembrar do meu amante, oras! Parte essencial do jogo!

Então uma colega, recém conhecida do meu recém iniciado curso de Jornalismo, me fala da banda do namorado, de como só tem homem bonito, que 3 estão solteiros e fala desse "falso-magro", elogiando o 6-pack (vulgo tanquinho) que só descobriu que ele tinha numa reunião da banda na casa dele, em que ele estava de toalha. Confesso, interessaram-me os fatores:
a) guitarrista;
b) portador de um tanquinho;
c) bonito e
d) solteiro.
(Não exatamente nessa ordem.)

Na casa de outra colega, prestes a fazer um trabalho, a garota me mostra os orkuts e dá ênfase ao guitarrista e ao vocalista, ao longo do dia (e mais algumas vezes nos dias seguintes) soltou algumas informações que ultrapassavam o quesito físico.


Esse guitarrista não me enganava. Eu já o tinha visto antes. Mas onde? Chegando em casa entrei de novo no perfil do orkut dele. E de novo. E vasculhei os amigos. Ele não tinha comunidades. Como diabos ia descobrir de onde o conhecia?

E ele entrou no meu orkut. E trocamos mensagens. E ele revela que foi meu amante no live action e tudo faz sentido. O rosto borrado ganha nitidez. O resto... é história.


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Tim Burton's Alice

28 de abr. de 2010


Após esperar dois anos por este filme, fui ao cinema assiti-lo sem a menor empolgação. Explico: a produção do filme fez o maior alarde, criou a maior expectativa, todo mundo ficou cogitando se seria um filme sombrio ou extremamente colorido, qual lado da criança louca de Tim Burton seria utilizado para o filme. Confesso que, logo de cara, há dois anos, achei que não podia haver melhor diretor nem melhor Chapeleiro Maluco (Johnny Depp - de quem gosto muito, só não acho bonito).

Aí lançam o filme lá fora e nós, brasileiros, ficamos a ver navios e os lindos pôsteres nas entradas dos cinemas. Babei aqui e babei em Teresópolis. Finalmente o dia da estréia no Brasil e eu agendo com uma amiga para ver no primeiro fim de semana. Não dá muito certo, mas acabamos indo ver na segunda-feira, 25/04. Eu, ela, Deny e Chris, do Diva Genérica, Rafaella, os respectivos de quase todo mundo e um casal amigo deles. Vale salientar que, depois dos twits de @thikos, eu fiquei sem nem querer perder meu tempo, mas Deny já tinha comprado meu ingresso, era um evento social (já fui a festas com menos gente) e minha primeira experiência com as novas salas 3D. Fui.

E fui com expectativas baixíssimas. Já sabia que Burton ia misturar um pouco dos dois livros, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho, se ater mais ao segundo e adicionar coisas que não estão em nenhum dos dois. Tinha noção da faixa etária recomendada de 10 anos e já tinha lido por cima que não podia esperar grande coisa dos diálogos.

Estamos com uma história infantil nas mãos. E é isso que Alice é: uma história para crianças. Os livros foram feitos para crianças. A animação da Disney foi feita para crianças. A obra literária é mais robusta, exige um pouquinho mais da mente, trabalha um pouco mais certas coisas, porque o veículo - o livro - permite isso. E lembrem-se: as obras de Hans Christian Andersen e dos irmãos Grimm também são para crianças e nem por isso deixam de ser, muitas vezes, assustadoras. A Pequena Sereia mesmo passa por mil torturas e, no final, se dissolve em espuma! A Disney trouxe uma versão bem mais açucarada e os nossos tempos dizem que criança não lida com morte, perda e essas coisas todas. Mas estou divagando, isso é um texto sobre Alice no País das Maravilhas, não uma comparação entre os contos de fadas originais e as versões Disney, que eu também adoro.

O visual do filme é belo! Os figurinos e maquiagens me deixaram boquiaberta. E sim, tivemos Burton, a criança doida colorida, ainda que, assim que Alice entra no mundo fantástico, nos deparemos com algo bem mais sombrio do que a versão anterior (a animação), mas que eu achei condizente com o livro.

Alice (Mia Wasikowska) se recusa a acreditar que esteja vivendo toda aquela loucura até quase o fim da trama, mas ainda assim ajuda seus novos velhos amigos o máximo que pode e, no final, quando finalmente acredita no impossível, leva para o mundo real "real" tudo o que aprendeu sobre si no mundo inferior e toma as rédeas da própria vida de um jeito muito pouco condizente com uma garota da época. Nada que eu não esperasse. Mas sou grande fã de desenho animado, comédias românticas açúcar-com-água e histórias de "é mesmo, eu sou a dona do meu nariz!". Como não fui esperando ver o livro narrado na tela e querendo me encantar com as imagens fabulosas, valeu a pena. Mas eu não pagaria para ver novamente no cinema.

Além da cabeçorra fabulosa da Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter), que acredito ter ficado excelente no personagem, adorei os trejeitos "nojentinha" da Rainha Branca (Anne Hathaway)! Aquela mãozinha sempre no ar, meio que "não quero tocar o mundo", tornaram a personagem marcante e engraçada, além de - vejam só! - não ter ficado nojentinha.

O Gato que Ri (Cheshire Cat), com voz do Stephen Fry, é, mais uma vez, o meu personagem preferido! Não falarei a respeito dele, porque não sei como fazê-lo sem contar detalhes importantes do filme e quero evitar os spoilers.

No fim das contas, não é tudo aquilo que dois anos de teaser nos fizeram crer que seria. Acho que isso se deve justamente à criação de expectativas. Todo mundo foi ao cinema esperando ser arrebatado pela genialidade do filme ou algo assim e não é para tanto. Mas também não é um filme ruim, que lhe faça implorar pela hora de acabar para sair logo do cinema porque não aguenta mais! Acho que vale uma meia entrada numa sala normal.

A Sala 3D
"Ó, céus que emoção, um filme em 3D!" Not that much. Quando eu era criança, fui ao Parque da Mônica (Shopping Eldorado, SP, nem sei se existe, li em algum canto que iria fechar) algumas vezes e lá tinha cineminha 3D. Todo mundo sentado no chão, com óclinhos azul e vermelho, tentando pegar os peixinhos que saíam da tela em nossa direção.

A tecnologia mudou, os óculos são bem menos... artesanais e os efeitos não são mais o espetáculo em si, mas o complemento da história. Veja um texto sobre a nova tecnologia aqui.

Achei que o filme em 3D é muito interessante por causa da perspectiva e profundidade apresentadas, coisa que não dá para ser feita da mesma maneira num filme normal. Muita gente esperava passar o filme tentando pegar borboletas e desviando de possíveis projéteis. Confesso, eu desviei de uma xícara de chá, mas faço isso vendo 300 de Esparta pela 108ª vez na TV de casa, então não sirvo de referência.

Os efeitos 3D não são tanto o de coisas  fora da tela, mas o de dimensões diferentes dentro dela. Acho que dá para comparar com um palco de teatro, só que com um cenário melhor. Gostei disso. Há horas em que fica cansativo, mas no geral, a experiência é positiva (não tanto para o bolso, portanto não devo repetir tão cedo).


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Trabalhos e links

10 de abr. de 2010

Parei com essa brincadeira de memes por aqui. Farei as próximas num tumblr que criei, mas ainda não editei, que funcionará no endereço a seguir:

http://fernandica.tumblr.com

Estou oficialmente trabalhando com revisão e tradução de textos, portanto, se você tem uma monografia, um abstract ou uma cartinha de amor precisando de pingos nos is (e acentos, verificação ortográfica, gramatical ou se o seu objeto de desejo é gringo), fique a vontade para entrar em contato. Tudo o que você precisa saber está na página de contatos do Revisando, mas pode falar por aqui também.
http://sites.google.com/site/revisando1/home



Andei me metendo em blogs outros. Dei o ar da graça no Penteadeira há alguns dias, falando sobre o gloss da Arezzo.
http://penteadeira.tumblr.com

Sou (serei, na verdade) figurinha constante no Editor Vilão. Lá, falo sobre produção textual em diversos aspectos. Alguns, bem fora do tradicional. Meu primeiro texto já foi publicado. Estou preparando os próximos.
 http://editorvilao.com.br

O Editor Vilão também está no:
Twitter (@editorvilao)
Facebook
YouTube
Google Buzz
E você pode assinar o feed aqui: http://feeds.feedburner.com/editorvilao

Em breve, volto com meu diário de viagem, impressões de Niterói e fotos. Sim, já finalizei e estão lindas! =D

Estou participando de uma promoção da Cravo & Canela e, se não for pedir demais, queria que vocês me ajudassem e clicassem no "clique aqui" roxo aí embaixo. =D


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Tarot

16 de mar. de 2010

Aí eu estava dando aquela enrolada básica pós-almoço, que voltar assim, de supetão, para os livros é querer demais da minha pessoa, e fui checar a timeline de amigos no twitter, quando me deparo com esse link, para descobrir o arcano pessoal, divulgado por @witchris, do Desoriental.

Não sou muito crente nessas coisas, mas fui lá. Acho divertido e às vezes aparece umas coisas que têm a ver. Então, inserindo meu nome completo, descubro que meu arcano pessoal é A Temperança:


Acontecimento marcante a nível psicológico aos 14 anos;
Moderação e ponderação;
Espírito indagador;
Ciência e tecnologia podem atrair vc;
Motivação pessoal;
Precisa trabalhar sua parte emocional conflitos;
Sempre precisa esperar;
Natureza íntima elétrica;
Deseja ver coisas diferentes;
Poder de cura pelas mãos ( Reiki, Cristais, Passes Magnéticos,   etc);
Inconformismo;
Transforma os ambientes por onde passa;
Mente aguçada;
Deseja clareza por parte dos outros;
Sintonizado com as tendências mundiais;
Amigo(a) e participativo(a);
Relações afetivas tem sucesso se baseadas na amizade mútua;
Luta pela liberdade;
Quer alçar vôo e atingir o alto;
Comportamento às vezes utópico;
Telepatia;
Quer experimentar coisas novas;
Precisa estipular metas;
A saúde pode ser muito testada;
Princípios firmes;
Sensibilidade a sons;
Apreciador de uma boa música;
Quer agradar a todos;
Observação;
Não pode estar preso a dogmas ou doutrinas;
Funcionalidade;
Inventividade;
Cooperativismo;
Pode cuidar ou assumir a responsabilidade de alguém doente na   família;
Confronto de idéias;
Teimosia em relação às suas idéias;
Deseja superar-se nas tarefas;
Incondicionalidade;
Atenção à área neurológica, muscular, glândulas, próstata, cabeça e pressão;
Apartidário;
Segue sua cabeça e é seu líder;
Cuidado com a intolerância.
Para os que me conhecem: e aí? Acham que teve algo a ver? E qual foi o seu arcano? Please, tell me. ^^

P.S.: Estou devendo respostas de e-mails. De muuuitos e-mails! Mas esta semana darei um jeito nisso!


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