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By Ferramentas Blog

Alterar o modo de publicar na sua página do Facebook

1 de set de 2013

Você sabia que dá para escrever, comentar e publicar na sua página com seu perfil pessoal, ao invés do seu perfil de página? Isso é muito útil quando há uma mensagem de cunho pessoal que você gostaria de responder e poderia ficar estranho respondê-la como página.

Em caso de uma página com mais de um administrador às vezes é útil também. Digamos que Maria poste uma coisa interessante em sua página Casa de Chocolate e João, que administra com ela, achou legal e quer curtir e deixar um comentário. Se ele não mudar para seu perfim pessoal, a curtida e o texto vão aparecer como sendo de Casa de Chocolate. E fica estranho, né? No mínimo, narcisístico. Aí o que João queria, que era reconhecer o trabalho de Maria, fica perdido e pode ser mal-interpretado.

É super-ultra-fácil mudar a persona do Facebook! Vou mostrar usando duas páginas que administro, uma sozinha e outra em grupo.


1º- Acesse o facebook com a sua conta e entre na sua página. Observe que, lá em cima, ele indica que estou publicando, comentando e curtindo como Fernanda Eggers Fotografia e oferece o link para eu alterar para o meu perfil pessoal. Clique nesse link e você estará postando com seu perfil.

Vou mostrar na página do Passaporte Literário a partir daqui, para facilitar a compreensão (já que a minha página leva meu nome).

2º- Observe que, ao clicar no link, o facebook passa a me informar que estou publicando, comentando e curtindo com meu perfil pessoal, como vocês podem observar abaixo:


3º- Para voltar a publicar como a página, basta clicar no link lá em cima de novo. Veja só:


Assim você pode administrar suas páginas no facebook de forma que fique mais claro para seus fãs e assinantes quando os comentários têm a ver com a página e quando são comentários e respostas pessoais suas.


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Como desligar o aviso sonoro de notificações do Facebook

11 de jun de 2013

Esta foi uma das coisas mais chatas que o Facebook já inventou. Procurando por uma outra coisa, acabei descobrindo como fazer para desligar esse sonzinho dos infernos. Como seria muita maldade guardar só para mim, resolvi mostrar, em prints, como fazer.

Na sua página pessoal do Facebook, procure esta engrenagenzinha.

Ao clicar, vai surgir a opção "Configurações da linha do tempo". Vai nela.

Agora é só procurar as benditas "Notificações aí no canto esquerdo".

É logo a primeira opção! Desmarque a caixinha e seja feliz!


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Bye Bye Google Reader, Hello Feedly

14 de mar de 2013

Eis que me arrasto, cheia das cólicas, para o computador, buscando uma distração nos feeds de gatinhos e na minha fazendinha feliz (sim, eu jogo Farmville 2, so what?), quando, ao abrir o Google Reader, sou informada que o Google encerrará o serviço em 1º de julho. Fiz draminha no Facebook e tudo.

Why, Google? Why?!

Dramas à parte, fui lá no Takeout e fiz o backup dos meus arquivos. Ansiosa como sou, saí em busca de um outro site que o substituísse. Dos que encontrei, fui com a cara do Feedly.

De cara ele me deu a opção de fazer login com a conta do Google e importar todos os meus feeds. Importou a minha organização bonitinha também. A aparência dele é bem mais clean (eu achei) e gostei da movimentação também. Os atalhos continuam os mesmos: L para gostar de algo, J para passar para o post seguinte e K para voltar ao post anterior. (Deve ter mais algum, mas são esses os que mais uso.)

Lembro que detestei quando o GReader tirou a opção de curtir as coisas no Facebook e mandar para o Twitter. Também não dava mais para seguir outras pessoas. Tudo isso seria feito no G+. Olha essa matéria do Gizmodo a respeito disso e do encerramento do serviço. Fiquei bem feliz que o Feedly permite que compartilhemos onde bem desejarmos.

Me sugeriram o Pulse também, mas já tinha tentado usar o serviço antes e não gostei muito.

feedly

Vamos falar do Feedly, então.

Gostei dele porque tem um visual limpo, claro, conectou instantaneamente com o Reader e todos os meus feeds estavam lá em questão de segundos.

Ele integra com Chrome, Firefox, Safari, iOS e Android. Foi mal aí para quem usa Internet Explorer e Opera. Dá para escolher a cor do tema (acabei de descobrir e, apesar de ter um chamado Purple Cats, o Moai se mostrou o mais leve, visualmente) e até mesmo a fonte dos artigos no menu Preferences.

Seja você um futuro órfão do Reader ou alguém que quer organizar seus feeds de blogs e canais de notícia em um único lugar, espero que goste da dica.

UPDATE: Minha amiga Thais me mandou este vídeo onde o Hitler também está órfão do Google Reader. Me acabei de rir! Mostra a indignação de muitos usuários e ainda dá umas sugestões de possíveis serviços. E lembra também que não, rede social não é uma alternativa viável para um leitor de feeds.



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Reabrindo a bodega… e o boteco

Ois!

Então eis que, após um longo tempo, eu resolvo que o Excentricidades Ululantes está funcional de novo. Funcional, mas funcionando num ritmo louco.

Primeiro, deixa eu explicar para que servirá esta bagaça: para eu falar de tudo, sem ter exatamente um foco. Resenhas de livros e relacionados vão para o Passaporte Literário, porque não é a toa que eu tenho uma coluna lá (a Lendo em Bytes, toda quarta-feira, a não ser que aconteça algo – também colaboro falando dos livros que li). Se tiver a ver com fotografia, vai para o Por Um Clique, seja foto legal que fiz, vi ou algum texto explicativo ou teórico. Todo o resto… Todo o resto mora aqui. Filme, série (não, série eu vou invadir a área da Myris no Passaporte… hehehe!), comida, bebida, cadeira de espera de consultório médico com o chato gritando no celular sentado bem ao lado e o meu desejo de comprar um trocinho daqueles que interfere nas ligações só de sacanagem, aplicativos, dia-a-dia… Enfim, acho que deu para entender.

Segundo, deixa eu explicar sobre a frequência. O Passaporte tem frequência semanal, a não ser que algo me impeça de escrever. O Por Um Clique tem, supostamente, frequência semanal, só que tô esperando o novo layout, porque aquilo lá está uma bagunça. Aqui… não tem frequência definida. A frequência é quando der a casadinha tempo+inspiração.

Agora eu vou parar de falar, que já tenho um texto para hoje, afinal o Google Reader está dando seus últimos suspiros. (Drama mode on: ainda tem uns 3 meses pela frente.)

Bem vindos de volta! Êêêê! \o/

gato
Um gatinho feliz absolutamente sem relação com o texto, que achei no Google e não consegui encontrar a origem, só para marcar a ressucitação do blog.


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Becky Bloom Way of Life

19 de mar de 2011

Estou lendo os livros da série Irmandade da Adaga Negra, que @isapsouza me emprestou e me deparei com machos (os vampiros não se chamam de homens ou mulheres, mas machos e fêmeas) extremamente ultraprotetores e metidos a provedores e toda essa coisa. Que até funciona bem no romance, principalmente quando as fêmeas às quais se vinculam apresentam temperamento forte e refreiam todo o exagero que vem dos gigantes apaixonados (nenhum dos personagens masculinos principais tem menos de 2m).

Tudo isso desses machos garantirem a suas fêmeas o que elas quisessem me fez pensar na relação com alguns machos da vida real. E nem é tanto para reclamar que eles reclamam quando gastamos.

É raro existir uma mulher que não goste de comprar. É prazeroso de verdade, seja carregando sacolas, seja castigando o cartão de crédito online para receber as caixas por correio. Eu não chego nem aos pés da srta. Bloom, fato. Mas também gosto de comprar, principalmente quando estou triste, amuada ou algo assim. Alguns bebem, outros se jogam de precipícios, eu empilho sapatos, esmaltes e livros. Não tantos assim e me refreio bastante, é verdade. Mas adoro fazer isso! Me tira um pouco da tristeza e, quando estou feliz, melhora ainda mais meu astral.

Tem gente que, desde que haja dinheiro, tá tudo ótimo, não importa de onde venha. Eu não: eu gosto de gastar o meu dinheiro. Namorado, há algum tempo, já ofereceu mesada no valor da bolsa que eu ganhava para que eu largasse um estágio que ele considerava meia boca. No mesmo ano, quis oferecer dinheiro para eu gastar numa viagem. Já quis comprar algo que eu acho que quem tem a obrigação de comprar sou eu. Não aceitei, dissuadi da ideia e não me vejo sendo feliz ao gastar um dinheiro dado assim, de mão beijada. Talvez seja coisa de criação.

Tem homem que tem todo o jeito de provedor e, muitas vezes, condições para tal. Quer bancar todas as despesas com casa, carro e etc. para que a mulher tenha seu próprio dinheiro para se divertir. Não sei se me sentiria bem numa situação dessas, sem poder contribuir. Tenho um pouco de provedora eu mesma.

E acho que dinheiro é para se gastar. Calma! Não todo de uma vez! Nada de torrar tudo como se não houvesse amanhã! (Se bem que eu gostaria de fazer isso pelo menos uma vez...) É necessário saber economizar também. No entanto, de que vale ter uma conta gorda e nada fazer com ela? Não ter planos para aquilo? Não utilizar o dinheiro a seu favor?

Estava apenas com saudades de escrever sem motivo algum e desabafar um pouco. Não sei se há outras consumistas por aí que também gostem de pagar as próprias contas, de não depender financeiramente. Claro que nem sempre isso é possível. Mas se fosse, principalmente neste momento, ah que bom que seria...

* Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


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