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By Ferramentas Blog

Postal

31 de out de 2009

Happy Halloween!!
O spooky post halloweenístico foi o de ontem. Porque sim, reforma é algo assustador. O de hoje vai ser algo light, ainda que praticamente +18.


******
Uma das cadeiras laboratoriais (ainda que não tenhamos laboratório) do curso. Professor pede para fazermos um cartão postal pessoal ou educativo. Acredite se quiser, mas eu sou tímida e não sei falar sobre mim mesma. Além do mais, acho que não dá pra me resumir num postal. Não gosto dessa coisa de se resumir em uma ou poucas palavras, afinal, somos seres polifônicos e multifacetados e não sei qual das minhas facetas é a mais apresentável (apesar de sempre mostrar a menos apresentável por aqui).

Educativo será! E, ser polifônico e multifacetado que sou, gosto de chamar atenção de vez em quando (não combina em nada com ser tímida, né?) e queria fazer algo diferente. Acho que ninguém vai falar sobre a prática de esportes. E acho que o professor não esperaria isso, até porque acho que ele acha que sou muito blasé pra me interessar por isso.

Na busca por uma imagem legal, inspiradora e artística de alguém praticando esportes, no laboratório do digníssimo (porque enquanto Comunicação é um inferno, Informática é um paraíso: dá todas as condições para seus estudantes e para os intrometidos), pedindo opinião sobre as imagens, ele dá a sugestão:

- Por que você não faz um sobre "pratique sexo"? Faz bem pra saúde.

Foi o clique que faltava! Eu tinha uma senhora imagem, tinha uma lista já antiga que tava rolando pelos twits e blogs novamente com esse tema, era algo educativo e nunca, jamais, na vida dele, o professor esperaria receber esse tipo de postal. E ninguém na turma faria com esse tema.

Pra ver a lista na íntegra: Lista10 | Haznos

Eu dei uma editada básica no texto, pra caber, mostrei pra amigas e pro namorado, que aprovaram, e levei pra aula.

Antes de mostrar o trabalho para revisão, encontrei com o meu orientador que, após toda a conversa sobre minha monografia (que também é meio hot, leia um livro de Anaïs Nin e saberás), deu uma olhada nos textos que tinha na minha pasta e, lá no meio, estava a prévia do meu postal. Ele viu a foto, tirou onda, leu os itens, concordou com cada um e deu aquela gargalhada. O outro orientando dele também gostou.


(Ainda houve uma recomendação de que eu espalhasse tal postal pelo departamento, porque tinha gente que tava precisando, mas vocês não sabem disso.)

Levo para o professor da cadeira. Que eu não sei se gostou, porque eu quase o vi engolindo em seco. Acho que o deixei sem graça. Pode ter sido somente minha imaginação. Talvez seja só surpresa, eu ficaria surpresa ao receber um postal educativo sobre sexo de uma aluna que não conheço bem. Mas ele fez as correções necessárias e eu saí de lá, como se meu trabalho fosse a coisa mais natural do mundo. E é, não é? A maior parte das pessoas acima dos 20 anos já transou e reconhece que há benefícios na coisa.

Mas isso tudo é só para eu mostrar o meu trabalho, porque achei lindo e sim, acho que devia espalhar pela cidade, porque o problema de várias pessoas é justamente a falta desta prática:

 
Clique nas imagens para ampliar.



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Reforma

30 de out de 2009

Depois de ser "desterrada" e pedir asilo na casa do meu namorado, resolvi comentar sobre o fiasco dos fiascos que está sendo a reforma lá em casa.

Ah, eu quero um jardim de inverso decente.
Os azulejos estão todos quebrados, eu acho que a gente devia trocar.
Gente, dá pra esse banheiro ser mais claro...
Com esses comentários, que se arrastaram por meses, todo mundo resolveu que sim, estava na hora de arrumar os banheiros, a cozinha e ainda dar um up no jardim de inverno. Contratada a equipe, eles nos prometem que cada ambiente levará uma semana. E a gente acredita. Afinal, é só arrancar os azulejos e colocar novos, não é? Pra instalar pia e privada, mais um diazinho, depois viria a galera que instalaria espelho, toalheiro e prateleiras e teríamos nosso lindo e novo banheiro, mais claro e espaçoso e com 2m de espelho (acredite, é quase isso...).

É. Mas eles levaram duas semanas só no banheiro social. Destrói daqui, destrói de lá, tira o balcão de mármore e... Opa! Era só colado, ó. Não precisava dar uma marretada.

Papai fica uma arara. Liga pro "responsável" que garante que vai dar um "jeitinho", vai colar ou sei lá o quê. E você acha que ficaríamos muito felizes com uma rachadura no meio do mármore, né?

Papai sai para o trabalho fumaçando, nos encontramos no dia seguinte, antes do almoço.

- Pai, você já viu as metades do mármore, como ficaram?
- Não...
- Então dá uma olhada no entulho do jardim...

(Aqui caberia um FFUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU...., mas eu soltei a bomba e entrei, deixei ele cuspir o fogo em cima de quem esmigalhou o mármore dele.) /me cruel

Aí, claro, a coisa se arrasta. Já estávamos na terça-feira da semana seguinte, o banheiro estava inutilizável e não tínhamos mais mármore. Não satisfeito, o cara resolveu arrancar a caixinha do papel higiênico. Era a coisa mais legal desse mundo, na minha concepção. Ela abria e fechava e o rolo ficava lá dentro, guardadinho, protegido de poeira e de gatos. Mas ele achou o troço feio e arrancou, apesar da insistência da minha mãe de que "deixasse essa merda aí". (Palavras posteriores e minhas, pra ele ela pediu educadamente. Talvez ela devesse ter falado assim, aí queria ver ele não deixar.)

Aí um gasto a mais nas nossas vidas, porque o mais simples e péba desses trocinhos custa a bagatela de R$150. E agora temos um rolo de papel higiênico à mercê de Tofu (para não falar de outra pessoa que deixa meio metro de papel estendido no chão), porque pagar quase mil reais por uma caixinha é impensável. (Sim, eu estou falando sério. É de ouro, por acaso?)

Mas banheiro, ao menos, tem outro na casa, né?

E cozinha, que só tem uma?

Acordo numa bela terça-feira, felicíssima da vida para ir para minha maravilhosa aula [ironic mode on], e... não tem cozinha! E tem muita, muita, muita coisa empilhada na casa! Achei que estava dormindo ainda e que era um pesadelo. Que tinha tido uma guerra, ou que a gente tinha sido expulso da casa ou algo assim. Aí lembrei que uma hora eles começariam a destruir a cozinha. Tá. Respira. Café. Café... Cadê a cafeteira?!

(Tava na minha frente, praticamente, mas abafa, que era entulho demais e eu não consigo achar meus óculos nas minhas mãos se estiver carregando mais de 3 coisas.)

Achada a cafeteira, a xícara, eu já mais calma, tentando arrumar um buraco na mesa pra ter uma refeição decente e não acho os talheres. Reviro a sala feito louca pra Lourdes chegar e me dizer que jogaram os talheres pras bandas da tv. Deve ser pq eles combinam mais com os DVDs do que com a comida, mas tudo bem. De tarde, vendo que não fazia muito sentido, trouxeram tudo pra perto dos comestíveis e bebestíveis e a coisa se tranquilizou um pouco.

Em uma semana estaria tudo pronto... NOT! Porque prazo é uma coisa feita pra ser descumprida.

3 semanas, já temos um banheiro, já temos a maior parte da cozinha... Mas claro que eles se deram ao trabalho de arrebentar o armário e estamos esperando o marceneiro, que deve ter confundido a última quarta-feira de outubro com a primeira de novembro.

Mas tudo bem. É para o melhor, estou muito calma, tudovaidarcertonofinal. Ou acho que sim. Sei que Tofu está dando todos os chiliques que eu não posso dar por ser um animal raconal e saber que um dia, ainda que - aparentemente - meses fora do prazo, isso vai acabar.

Aí chega meu pai na quinta, eu ainda no zombie mode pré-cafeína, e verifica a parede, diz que ela está fofa e que, talvez, devêssemos dar um jeitinho aqui também. Beleza.

-Semana que vem?
-Semana que vem.

Com semana que vem eu posso trabalhar. Com essa semana, nem a pau, que a imunidade caiu lindo com a TPM e eu sentia que vinha cólica por aí. Dito e feito. Saí da universidade me contorcendo, morrendo de medo de dirigir, mas era necessário. Direto pra cozinha, tomar meu remédio milagroso que me impede de dirigir máquinas pesadas (e leves, fico tão grogue que até carrinho de supermercado pode ser perigoso) e deitar na minha cama, pro terror passar.

Cadê minha cama?

A reforma no quarto havia começado.

Beleza. Mama's bedroom serve para isso.

Mas tavam quebrando tudo por lá também.

Parto eu em busca de asilo antes que fique lesa demais.

E cá estou eu, nômade e decidida: reforma sucks. O estresse não compensa. Melhor ficar com parede estufada, porta sem fechar e azulejo quebrado. Porque nunca nada será feito no prazo. Vão começar no dia errado (seja pra mais ou pra menos), vão fazer a coisa errada, vão faltar em dias que não deveriam faltar, sem uma justificativa plausível e vão entregar com, no mínimo, uma semana de atraso.

(Aí, quando estiver tudo pronto, eu vou esquecer de tudo isso e vou ficar feliz e saltitante com meu quarto novo, banheiro novo, cozinha nova e afins, pra notar, em poucos dias, um monte de problemas que não estavam ali antes de tudo começar. C'est la vie...)

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TCC

28 de out de 2009


Mais uma dessas coisas que, se fosse uma manada de rinocerontes desesperados on ecstasy, teria me atropelado e eu não teria visto, a não ser que alguém levantasse minha cabeça pós-atropelamento do chão e me mostrasse a traseira do que me atropelou.

Meu problema de pesquisa estava ali o tempo todo, eu passei a semana falando dele e... não me toquei que era o meu problema de pesquisa.

Burrice tem limite, eu sei. Mas eu sou loira e minha casa tá em reforma, mereço um desconto. =p

Dito isso, vou ali escrever em algum canto, antes que eu esqueça. (Tá na hora de comer mais peixe e carne vermelha, o negócio tá brabo!)


Galeria de CariDee: America's Next Top Model (em flash, sorry about that...)





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A Piscadela

27 de out de 2009



Na academia há muitos seres estranhos. Na minha antiga tinha uma gordinha divertidíssima, da qual eu gostava muito, apesar de nunca ter trocado nem bom dia. Ela era uma pessoa bem feliz-com-a-vida-apesar-dos-50Kg-excedentes e não lembro de tê-la visto de cara fechada uma vez. A via era dançando vez por outra, no intervalo das séries. Corpitcho sarado nada, eu queria era aquele bom-humor daquela mulher!

Em qualquer academia há os tarados. Eles variam de idade, cor, credo, mas existem, estão lá e estão olhando para o seu bumbum enquanto você está na flexora.

Há também aquelas criaturas que só malham a parte superior do corpo (mais comum em homens) e as que só malham a parte inferior (mais comum entre mulheres) e fica aquela coisa tosca, que você olha não porque é bonito, mas porque é bizarro e, até se acostumar, é difícil desviar o olhar.

Junto dos tarados, sempre há as putas. Melhor mudar o verbete. Puta, pelo menos, cobra pelo que faz, é trabalho. Essas dão de graça e só faltam pagar pra ver se o homem pega. Na academia em que um amigo meu malha a uma biscate que rende histórias engraçadíssimas. Eu, honestamente, acho meio nojento, porque elas vão seminuas e ficam se esfregando nos aparelhos suados e carregados de possíveis vírus/fungos/bactérias de doenças de pele (já falei que tenho um sério pavor a doenças de pele?)

Mas a figura que eu ainda não tinha tomado conhecimento e que podia ser um rinoceronte histérico correndo ladeira abaixo que teria me atropelado todos os dias e ainda assim eu não ia notar - até o presente momento - é o cara da piscadela.

Ele não é um, é vários. E são os mais diferentes estilos. Cheguei hoje e me deparei com um cara que estudou inglês comigo a séculos. Dei aquele tchauzinho básico, com um sorriso não-sou-simpática-mas-também-não-sou-mal-educada e a retribuição foi um sorriso, uma piscadela e um tchauzinho. Tá. Tudo bem.

Seguem os minutos, faço meus exescícios e fico esperando a última máquina que me resta vagar. O cara se levanta. Pergunto, só para confirmar, se ele terminou (porque podia ser só um intervalo). Ele me diz que sim, com o dedão pra cima, um sorriso e... uma piscadela. Começo a me intrigar. Será que eles acham que são o Cool Jesus? Ou o Obama dizendo "You're the man" pro Lula?


Sessão de tortura chinesa Exercícios terminados, entrego minha ficha, cheia de marcações, para meu instrutor e, após uma breve conversa instrutor-aluna, despeço-me. E ele sorri, pisca e aponta para mim. Mais Cool Jesus impossível: até cabelo comprido e olho azul ele tem. Aí eu páro e olho ao redor. Vários marombeiros conversando entre os exercícios, alguns rindo, hora ou outra todos eles apontam e piscam.

Retrocedo um pouco no meu breve histórico de academias e lembro que sim, eles sempre sorriram, apontaram ou levantaram o dedão e piscaram. Antes que eu pisque e aponte para alguém, vou para um lugar são, aonde as pessoas sorriem, acenam e piscam, mas cada coisa na sua vez, não tudo-junto-misturado-agora-mesmo-e-de-novo-daqui-a-cinco-minutos.



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BTW

By the way, o caos psicológico do último post era tpm mesmo. Felizmente. Já basta o resto de depressimo/paranóico/mal-humorado crônico.

Claro que encontrar com meu orientador super-gente-boa hoje de manhã deu um up na minha vida! O cara é a pessoa mais alto astral que já conheci, dá prazer trabalhar com alguém assim. Mais uma coisa pra eu aprender, além de cinema, literatura, narratologia e afins (ó, ao menos o agradecimendo da mono tá pronto).

Falando em agradecimentos, jamais posso esquecer de B.O.B.

E vamos que vamos!


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Desabafo

26 de out de 2009

O post de hoje nada tem de interessante. Estou de tpm. Ponto.
















Acontece que minha tpm está tirando uma com a minha cara. Só pode. Porque eu nunca me senti um lixo tão lixo (e olhe que me sentir um lixo meio que faz parte da minha personalidade) na minha vida. Não me lembro de ter estado tão deprimida ou de ter achado tão difícil me animar. E não, eu não tenho motivo algum para ficar deprimida. E também não estou - ou não deveria estar - de cabeça vazia. Quem tá tentando escrever uma monografia, tem trocentos feeds pra ler por dia, tá tentando aprender violão e tem joguinhos para jogar nos quase inexistentes momentos livres não está de cabeça vazia. Sem contar com as pessoas ao redor, interações sociais também ajudam a preencher um pouco o tempo.

E, no entanto, até meus pensamentos de querer morrer voltaram (sim - eu passei parte da minha infância e parte da minha adolescência achando que o mundo seria um lugar melhor sem mim). Não são pensamentos suicidas. Eu não quero me matar. Nem de uma vez nem aos pouquinhos. Eu fantasio sobre mortes absurdas ou inesperadas, como ser acertada por um tijolo vindo do alto de uma construção ou escorregando e batendo a cabeça ou simplesmente não acordando. Sendo vítima de uma bala perdida (oi? em João Pessoa? Sério?) que me acertaria de um jeito fatal. O médico depois diria "Sinto muito, ela não teve chances. Ela nem ao menos sentiu o tiro. Foi imediato." Se bem que eu desconfio desse discurso. Acho que é falso e que o médico só diz isso pra aliviar a família/os amigos da vítima.

Surpreendo-me que estou escrevendo esse texto, principalmente se estiver saindo de uma forma coerente, porque eu não vou revisar.

Confesso que morro de medo de ter uma depressão de verdade. Dessas de distúrbio químico no cérebro, dificuldade em produzir ou assimilar aqueles hormônios que dão a sensação de felicidade... Os fatos de estar com dificuldade pra encontrar prazer nas coisas que normalmente me dão prazer, de encontrar motivação pra fazer as coisas que quero e as coisas que preciso fazer e a facilidade com que meus olhos se enchem de lágrimas sem motivo algum me assustam de verdade. Eu fico em pânico, com medo de, de repente, ter dado um estalo na caixola e ter revirado tudo lá dentro e eu estar doente. Também me aterroriza eu estar tão fora de controle, com vontades repentinas de chorar por nada.

Estou escrevendo uma besteirada dessas porque não consigo conversar com ninguém. Isso me tira o chão.

Mas eu estou de tpm, mais dia, menos dia a menstruação desce e essa situação imobilizante e assustadora vai passar. Vai ter que passar! Porque se não passar, todo o resto vai por água abaixo e aí eu realmente vou perder a noção de sentido na vida. E o que é que se faz com uma vida sem sentido, sem objetivos?


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Dramas internéticos - WiFi

21 de out de 2009


Eu tinha toda intensão de começar esta série falando da Velox, Net e como está impossível ter acesso a internet na minha casa. Mas esses são dramas mais sérios, me dedicarei a eles mais tarde.

Sem internet em casa, porque o serviço da Velox está um lixo e não sustenta a conexão, fui expulsa em busca de uma rede, porque sou um ser totalmente dependente do Google para fazer meus trabalhos. E para escrever bobagens e espalhar por aí. Ainda aproveitaria a saída compulsória para pesquisar sobre os serviços de internet 3G oferecidos pelas operadoras de telefonia móvel (ó como tô chique e rebuscada hoje!).

Primeira opção: MAG Shopping. Mais perto de casa, menos gente circulando durante a tarde, maior probabilidade de eu realmente estudar e trabalhar. Chego, me instalo, faço o que preciso fazer sem internet no centro de estudos do Unipê e, como minhas tentativas de me conectar à rede de lá foram mal-sucedidas, desço para o primeiro andar do micro-shopping e logo localizo a rede.

Beleza!

Me instalo, abro o navegador e... descubro que preciso consumir algo em um dos estabelecimentos para pegar uma senha que me dará acesso à internet por uma hora. Na mesma hora reuni meus cacarecos, enfiei de volta na mala e, se o dono do lugar estivesse lá, eu com certeza teria dito "Perdeu, preibói" pra ele.

De volta para o carro, naquela garagem mal-projetada (eles não pensaram no espaço necessário para abrir/fechar portas), dirigi-me ao Manaíra Shopping. Um pouco mais longe, mas aonde eu tinha certeza de encontrar internet sem fio de graça. E cá estou escrevendo esse texto.

Se no MAG eu tivesse tido acesso à internet, passaria mais tempo por lá. Certamente ficaria com fome. Uma vez que a poucos metros se encontravam dezenas de restaurantes e, na minha carteira, se encontra uma quantia de dinheiro que deve dar pelo menos pra tomar um sorvete, eu teria gastado alguma coisa ali. Podia até ser que fosse pouco, mas ora, seria algo ainda assim, não?

Outras duas pessoas se encontravam no local, com as quais discuti brevemente o assunto. Ambas estavam batendo em retirada. Uma porque tinha que trabalhar, a outra porque ficou frustrada ao descobrir que o acesso a rede sem fio não era mais gratuito. As duas acharam rídiculo (palavra de uma delas) o acesso ser pago.

Ainda comentei que ouvi falar (olha quanta precisão!) de planos da prefeitura de João Pessoa para colocar internet sem fio gratuita ao longo da Rui Carneiro. Se acontecer mesmo e der certo, eles devem espalhar essa rede aos poucos. Aí o que o pessoal do MAG vai fazer para cobrar o acesso à internet?

Eu já comentei aqui que, em São Paulo, na João Cachoeira, há banquinhos, tomadas e rede WiFi. De grátis. Na rua.

Meu sonho é que chegue o dia em que seremos que nem Londrina, que tem internet sem fio grátis em vários pontos da cidade. Aí quero ver operadoras prestarem o serviço péssimo que prestam hoje em dia ou alguém ter que pular de estabelecimento em estabelecimento para fazer algo, porque a internet pela qual a pessoa paga todo mês e com a qual conta não funciona.

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O que você quer ser quando crescer?

19 de out de 2009

* Post de dia das crianças atrasado.

Toda criança sempre quis ser umas coisas bem nada a ver quando crescesse. Bom, alguns sonhos nem eram tão nada a ver assim. E acabou que eu segui o último e mais nada a ver de todos eles: ser jornalista. Não condiz nem um pouco com o primeiro desejo forte de ser alguma coisa que tive.

Eu já quis ser professora. Acho que boa parte das meninas já quis isso um dia. Já quis também ser modelo/atriz/apresentadora. Aí cresci e fiquei tímida. Colocou um microfone na minha mão e uma câmera na minha cara, pronto, acabou-se! Minha capacidade de raciocínio diminui e a produção das glândulas sudoríparas aumenta proporcionalmente. Além do mais, eu era uma criança gordinha e nunca terei o vara-pau-way-of-life das modelos.

Descobri, na adolescência, que era o maior trabalho escravo, porque a agência te contrata e te dá um book, uma campanha no oriente, estadia em hotel e tudo o mais. Aí deduz tudo do seu salário até pagar as dívidas. Só depois a modelo começa a receber algo. Sem falar no: "1,70m e 40 Kg? Ah, minha filha, vc está muito gorda, precisa perder uns 10 Kg ainda!"



Porque, afinal de contas, é supersexy ser um cabide com uma cabeça desproporcionalmente grande. A Keira Knightley não é modelo, mas tá bem no estilo.

Aí eu quis ser cantora e tocar algum instrumento. Muito depois de ter passado esse sonho, ainda fiz uns meses de canto coral no colégio aonde eu estudava, afinal sempre gostei da idéia de cantar bem, ainda que fosse pra mim mesma, no chuveiro. E bateu a tal da timidez, lembram? Eu não ia ser lá grande coisa em cima dum palco com um microfone na mão. Mas a vontade de tocar um instrumento nunca me abandonou.

A primeira coisa que quis tocar foi violão, mas aí meu irmão começou e eu não queria fazer a mesma coisa que ele. Aliás, abandonei o desenho e diversas outras coisas porque ele também fazia e eu queria ser notada por algo que ele não fizesse e não comparada. Didn't work out very well... Anos depois eu vi, numa festa de Halloween, uma menina tocando baixo. Bem quietinha no canto dela, com o maior jeito de quem sabia o que estava fazendo. Achei fantástico. Aí meu namorado babaca da época (eu era uma aborrecente na ocasião) me disse que eu não poderia fazer isso.

No entanto, a primeira coisa que eu quis ser, sem nem saber direito o que era, foi ser astrônoma. Nem astróloga, nem astronauta. Astrônoma. Eu ficava encantava com as poucas estrelas que via no céu paulistano e bestificada com as que via no céu pessoense, quando vinha passar as férias. Meu pai me apontava algumas constelações e me ensinava algumas coisas do universo e eu ouvia atentamente, como se fosse a coisa mais maravilhosa do meu mundinho infantil. Eu queria estudar as estrelas, as galáxias, descobrir de um observatório, com um telescópio gigantesco, um novo brilhinho lá em cima.

Aí passou-se o tempo, eu fiquei sem saber o que fazer da vida e resolvi fazer jornalismo, já que eu gostava de milhares de coisas e, como jornalista, esperava ver um pouquinho de cada uma delas.


Clique na imagem para ampliar

No dia 11/10 eu me revoltei contra tudo e contra todos, inclusive contra minha reeducação alimentar, e fui almoçar no Mconald's, porque tava a fim de comer calorias vazias e ninguém tinha nada a ver com isso. Aí me deparo com este cobertor de bandeja e me lembro de como eu queria estudar essas coisas.

O violão e o baixo já estou estudando. E astronomia, será que ainda dá tempo?

E você, o que quer ser quando crescer?
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Verão

11 de out de 2009

A madrugada se estende triste, quente, abafada, pesada e silenciosa. Não passa vento, não corre bicho, não ameaça chuva, nem cricrila grilo. A hora tardia e o tempo pesado me parecem mais opressores do que nunca. Mas o sono não chega - ele nunca chega. O cansaço vem e me abate, mas a dormida é tumultuada, turbulenta, sem descanso nem conforto.

O ar quente e úmido chega a ser desconfortável nos pulmões. Os lençóis da cama esquentaram e, agora, sinto-me numa frigideira. Ou numa panela de pressão. A sensação é mais parecida com estar cozinhando do que fritando. Mudo de posição na cama, mas em poucos minutos o novo lugar também esquenta. Encosto a pele desnuda na parede fria e sinto algum alívio. Queria poder dormir na parede. Queria poder, simplesmente, dormir.

Penso que, talvez, estivesse melhor se não estivesse só. O calor de um corpo poderia me confortar, por mais ambigüo que isto pareça. Um outro corpo junto ao meu, dormindo suavemente, a respiração calma e cadenciada, o semblante que quem descansa - Descansa! Talvez ver alguém dormindo assim ao meu lado me servisse de inspiração. Talvez o sono viesse para nós dois.

Talvez não. Talvez o sono não viesse para mim, de qualquer forma. Eu continuaria seguindo por dias iguais sem conta. Dias de olheiras, cabeça pesada, mente lerda e irritação fácil. Será uma sina? Ou só o verão?

Não agüento e saio pelas ruas a procura de um vento, uma brisa, um ar menos sufocante. Quem sabe um amor mais atordoante? Uma dessas noites que nocauteiam e tanto faz se é frio ou calor, o corpo pára, a mente cede e o mundo, de repente, fica em paz. E o sono vem. Tranquilo, leve, agradável. E então eu dormiria e sonharia e descansaria e, depois, acordaria num mundo novo, numa manhã agradávelmente colorida, num, enfim, novo dia.



******
Eu não consigo dormir. São 3h43 da manhã e eu estou acordada escrevendo textos deprimentes por causa do calor. Preciso comprar um ar-condicionado ASAP, antes que eu:
a. Perca o juízo;
b. "Perca" o juízo dos outros.
Ah! Conto sem revisão. Perdoem qualquer besteira. Amanhã, se eu acordar sem minha enxaqueca (que me acompanha há 6 dias), dou uma revisada geral aqui e em outros textos.


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Vodca

5 de out de 2009

- Os meninos vão tocar numa quinta-feira, né?

- É.

- Eita, eu acho que não vou!

- Por quê?

- Dia 18 tenho uma prova e terei que acordar cedo para estudar na sexta.

- Ah, tá. Faz bem. Eu vou, de qualquer forma.

- Mas você não tem aula na sexta, não?

- Tenho. Por isso mesmo. Eu vou e vou encher a cara, pra ir pra aula bêbada, que a professora é um pé no saco e o assunto, insuportável. Não tem quem aguente!

Ele me olha assustado, levanta-se da cadeira e se afasta. Olha para mim e para o irmão.

- Quem é esta pessoa, que eu não conheço? Como assim você vai encher a cara?

Simplesmente tomo mais um gole do meu refrigerante, sorrio de leve e continuo a jantar.



******

UPDATE!
Escrevi o texto, me referindo a um show e coloquei uma data específica, mas esqueci de dizer que realmente vai ter um show nesta data.
No dia 15/10, também conhecido como próxima quinta, os Old Boys tocam no John People, na Av. Olinda, Feirinha de Tambaú. O show começa às 22h e deve ter 3h de duração, com clássicos do rock nacional e internacional das décadas de 50, 60 e 70.
Apareçam. ;)


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São Paulo - Dia 3: Light²

4 de out de 2009

Dia 1
Dia 2, parte 1
Dia 2, parte 2
Dia 3, parte 1

17.09.2009
Pouco depois de chegar da rua, a Camilla chega para nosso jantar seguido de cinema. Enquanto troco de roupa, decidimos ir ao cinema ali perto, na Joaquim Floriano, e comer numa lanchonete no meio do caminho. Seguimos pela S.Gabriel (notaram que a S.Gabriel me ligou praticamente a todos os meus passeios?) conversando sobre passados, futuros e baladas e compramos o ingresso para depois lancharmos. Gostei da brincadeira: o cinema possui poltronas marcadas, então dá para escolher o lugar e voltar só na hora do filme.


New Dog
A lanchonete foi criada em 1967 e continua no mesmo lugar até hoje. É enorme, estilo lanchonete americana mesmo, point pós-balada (a Mi mesmo me falou que sempre ia lá depois que saía com as amigas e nunca tinha se tocado de que era tão perto da casa da vovó) e comida gostosa. Ao menos eu aprovei meus caríssimos cheeseburguer com cebolas fritas e milkshake de Nutella (e só isso já explica os 32% de gordura corporal que acharam em mim na academia). Desde sempre eles têm uma maionese feita lá, ótima para comer com as batatinhas fritas.

Chegamos no horário de se chegar em lanchonetes aqui em J.Pessoa e estava quase vazia. Ainda assim, o atendimento foi um pouco lento. Mas a medida que o tempo foi passando e começaram a chegar famílias por ali, ocupando boa parte das mesas, eles se agilizaram. Apesar de caro, gostei da comida e do atendimento. Os garçons foram simpáticos e prestativos (e ainda ganhamos pirulitos junto com a conta), dá para conversar tranquilamente no local, existem opções menos engordativas e tem rede de internet sem fio, para aqueles incapazes de se desconectar. Mas falta de educação tem em todo canto, né? E tinha uma galerinha bem mal-educada e gritona na mesa ao lado.



A foto é de 2007, mas o local continua exatamente igual.

Na hora eu, com a endorfina lá em cima de tanto castigar meu pobre cartão de crédito, não estava nem aí. Mas tenho ouvido com alguma frequência as pessoas falarem meio admiradas que S.Paulo deve ser uma maravilha em questão de atendimento, educação e gente bonita e não é bem assim. Tem de tudo. Tem muito mais coisas do que por aqui. Como é muito maior e tem muito, muito mais gente, encontramos pessoas educadas com mais frequência. E é verdade que fui bem atendida em quase todos os estabelecimentos que fui (mas ou eu tenho sorte ou sou tolerante, que em JP também raramente sou mal-atendida). Mas lá estava o povo na mesa do lado gritando. E o celular tocou no cinema. E tinha gente comendo de boca aberta. E vi gente jogando lixo no chão, a poucos metros de um lixeiro. Ces't la vie.

Jantamos, rimos, falamos pelos cotovelos (já vi que isso é genético) e fomos embora, caminhando pela noite geladinha para nosso próximo objetivo.

Os Normais 2
Queríamos assistir "A Verdade Nua e Crua", com Gerard Butler, ator que babamos, mas por motivos diferentes. Ela, porque acha lindo; eu, porque... bem, gosto da aparência dele, ainda que não o ache exatamente bonito, e gosto da atuação dele. O filme não estava disponível, então escolhemos outra comédia bobinha não-pensante. Eu estava em férias auto-impostas e, quando voltasse, assistiria um monte de filmes pensantes na universidade. Coisas leves e engraçadas para mim, por favor.

Não lembro o nome do cinema, sei que fica no mesmo prédio aonde tem uma livraria Saraiva gigantesca e linda de morrer e vários restaurantes arrumadinhos, estilosos, que pareciam bem legais e bem caros. Talvez nem fossem, mas não entrei pra perguntar.

O cinema não é novo. Claro que deve ter passado por suas reformas, mas existe ali há muito tempo. Eu, acostumada com a falta de conservação dos cinemas daqui, fiquei ligeiramente admirada com a sala de lá. Não era grande, mas tinha cadeiras muito confortáveis (!), com espaços para as pernas (!!) e cujo encosto tinha uma ligeira inclinação (!!!), o que ajuda a sair de lá sem uma dor na lombar. Assisti o filme confortavelmente, sem ficar me remexendo a procura de uma posição confortável e nem achei tão ruim pagar bem mais caro do que normalmente não pago para ir ao cinema em JP.


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Sobre o filme: É legal! É engraçado! Eu ri bastante! Vani está frustrada com a frequência sexual de Rui (ou a falta dela) e resolve ceder ao desejo dele, fazer um menage à trois. Lá vão os dois atrás da garota ideal. Se dão mal com a prima despirocada da Vani, se envolvem com uma lutadora de kickboxing (isso tá escrito certo?), com uma francesa, um traficante, ficam presos dentro de uma banheira de hodromassagem... Para quem gosta da série, é legal. Parece um episódio extendido que eles conseguiram fazer de modo que não ficasse cansativo. E vale salientar: eles não maltrataram nenhum animal durante a filmagem e só um ou dois estagiários.

Voltamos para o apartamento da minha avó e já combinamos as aventuras do dia seguinte: a busca a famigerada calça jeans que eu não achava em canto nenhum (e olhe que passei mais de um ano procurando).



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São Paulo - Dia 3: Light¹

2 de out de 2009

Dia 1
Dia 2, parte 1
Dia 2, parte 2

17.09.2009
Depois de ir dormir tarde (pouco depois da meia-noite, estava até cedo para meu padrão pessoense) vendo os twits da @lilyroseallen sobre como amou cantar em SP e compartilhando as impressões pós-show com os meus seguidores, num friozinho superconfortável, acordei inevitavelmente tarde. Não tão tarde que perdesse o café da manhã, mas não valia a pena sair do apartamento antes do almoço.

Shoestock
Liguei para meus pais. Acho que foi o segundo telefonema que fiz para casa, contando com o "cheguei bem, o avião não caiu, o táxi não me levou para conhecer a cidade nem fazia parte de um esquema de assalto e não perdi nenhuma mala". Minha mãe logo sugeriu que eu fosse conhecer a Shoestock, uma loja de sapatos que tem uns preços ótimos. Dizia ela que me arrependeria de ter gastado dinheiro na Dunes. Mas quem em sã consciência se arrepende de comprar sapatos lindos e de boa qualidade por um preço melhor do que na cidade em que mora?

Munida de informações extraídas do Google Maps, eu não saí de casa. Ainda não tinha almoçado e minha avó insistiu em conferir tudo o que o site me disse de acordo com o Guia 4 Rodas 2008.

Acontece que o site do Google é bastante confiável. Me disse todos os ônibus que eram opção para mim, mostrou tudo o que eu teria que andar, o tempo que passaria em cada parte do percurso e o tempo total da viagem. Estava super-confiante em todas as direitas-esquerdas-direitas que pegaria e tudo foi confirmado pela minha avó, que passou a gostar ainda mais da tecnologia.

Lá fui eu, então, para minha primeira aventura solo na Cidade da Garoa, com um papelzinho com as opções de ônibus anotadas e as direitas-esquerdas-direitas que teria que andar à pé.

Cometi o erro brutal de não ir de tênis, achando que facilitaria minha vida na hora de provar sapatos. Nunca, jamais, saiam para bater perna numa cidade gigantesca com calçados que podem se revelar pouco confortáveis ou que sejam novos. Big mistake.

Não esperei mais do que 5 minutos no ponto de ônibus da S. Gabriel pela minha primeira opção (mentira: segunda; o primeiro ônibus que passou, quase na hora em que cheguei, estava muito cheio e eu sou fresca, não importa se em J.Pessoa, S.Paulo ou Londres). Notei uma coisa bem interessante: na parada havia uma tela que informava quais ônibus estavam chegando e quanto tempo eles demorariam. Mais tarde vi que são poucos os painéis que funcionam, mas eles são bem precisos. Achei uma idéia muito legal e que deveria ser implementada em outros cantos. Claro que as pessoas deveriam deixar de ser vândalas e abolir a idéia de que "o que é público não tem dono". Tem dono sim, e os donos somos nós, que pagamos imposto. Os tais painéis, o mobiliário urbano, os prédios públicos, tudo isso sai do nosso bolso (quando o dinheiro não vai parar nos bolsos de políticos corruptos). Deveríamos preservar e exigir que tudo fosse mantido funcionando.

Mas isso não é post de expressar minha indignação com a falta de educação generalizada no país e sim de falar bem da minha linda viagem e preservar por mais tempo as recordações, além de me lembrar das coisas que queria fazer e não fiz.

Peguei o ônibus e vi o cenário se transformar em direção à Moema. O caminho era uma reta (ou o mais parecido possível com isso) e pedi para o cobrador me alertar da parada que deveria descer (apesar de ter o nome gigante Eucaliptos numa placa na frente do ponto...) e fiquei vendo o verde dos jardins e o coloridos dos prédios bem cuidados se transformar em cinza-concreto e preto-pichação.

Desci na tal parada Eucaliptos e entrei na Av. Cotovia. Fui andando até a Av. Gaivota e, apesar de ter anotado "entrar à esquerda", segui tranquilamente pela direita, observando as lojinhas de bijuteria e lingerie, todas muitos bonitinhas, muito arrumadinhas, muito cheias de seguranças na frente de cada uma delas e, quando acabou-se o quarteirão, numa enorme loja de roupas, e começou uma área residencial com várias casas de muro coberto de hera, me toquei que estava no canto errado.

Volta tudo e segue pela Gaivota no sentido certo até chegar na Bem-te-vi, também povoada de lojinhas, lojonas e seguranças.



De São Paulo
No início da Bem-te-vi

A rua é ótima para quem quer gastar dinheiro, tem lojas bem legais de roupas, lingerie, acessórios e sapatos. A maior parte é de marca, mas o preço de meia-estação é bem normal. Esse período de transição do inverno para o verão sempre traz promoções. Só não tinha nada que prestasse nas lojas, mas deve ser porque não sou escrava da moda. Não achei nada unfashion, mas tinha pouca coisa bonita.

A Shoestock em si é gigantesca. Toda separada por numeração, com uma sala especial para os números 36 e 37. Segundo andar dedicado ao público masculino e terceiro andar deliciosamente dedicado a produtos em promoção! E de lá saíram duas gracinhas que já passearam bastante comigo aqui em J.Pessoa.


De São Paulo

O atendimento da loja é ótimo. O cliente fica a vontade para passear, escolher, desescolher, experimentar, depois vai atrás de um vendedor, que faz a sua conta e você vai ao caixa pagar para depois receber. No mês do seu aniversário, 5% de desconto garantido. ;)

Voltei. Sem entrar em ruas erradas e sem me demorar muito observando a vizinhança. Camilla chegaria em instantes no apartamento da minha avó para a programação noturna.

Continua depois, que estou com preguiça de escrever...



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