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By Ferramentas Blog

Curtas

28 de nov de 2009

* Essa noite eu sonhei que Tofu voltava pra casa, bem como Barckley, um beagle americano que meus pais tiveram há alguns anos e que foi roubado. Chega bateu uma tristeza quando acordei. O sonho era tão real que fiquei triste de não estar na minha casa com minha coisinha peluda nos braços.

* Essa noite eu também sonhei que o dinheiro que eu depositei na conta de um amigo não chegou até ele, apesar de eu ter colocado todos os dados corretamente. E isso me deixou preocupada, porque realmente depositei um dinheiro na conta dele ontem e não sei se ele conferiu pra ver se recebeu.

* Nem tudo são más notícias, porque hoje, após 2 dias sem internet, pude ver que ganhei o concurso da Prudence. Agora sou uma Testadora e vou receber camisinhas da empresa por um ano. Coisa boa, né? ^^


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Tofu

25 de nov de 2009

Ontem de noite eu dei comida para Tofu umas duas vezes depois de chegar em casa, dei água mais não sei quantas e fechei as portas com ele dentro, sempre com a preocupação de não deixá-lo ir passear de madrugada.

Hoje de manhã, quando acordei, ele não estava rondando a tigela de comida e pedindo o café da manhã. Não estranhei. Muitas vezes ele aproveita quando minha mãe ou meu pai acordam e se esgueira para o quarto deles, para aproveitar o gostosinho do ar-condicionado e o conforto da cama. E lá fica, até a hora da próxima refeição.

No meio da manhã, minha mãe comentou que ainda não tinha visto o gato. Eu comecei a me preocupar, mas não muito. Na hora do almoço ele apareceria, Tofu não raramente a hora do almoço.



De Tofu

Mas ele não apareceu. E eu comecei a me preocupar. Mas tinha outras coisas para fazer enquanto arrancava os cabelos e as pessoas ficavam dizendo: "é um gato, gatos são assim mesmo... às vezes demoram pra voltar". Mas não Tofu. Em um ano que mora aqui, por mais que nem sempre esteja dentro de casa, Tofu não é de grandes passeios. A maior parte das vezes que não está esparramado perto de mim ou da minha mãe, está no cantinho dele, em cima do muro, vigiando quem vai e quem vem na rua.

Cai a noite, chega meu pai, liga a TV no volume mais alto que pode sem que a Sudema bata aqui em casa e eu saio pra estudar na casa do namorado. Na volta, vejo na minha rua um gato do tamanho certo, na "gordura" certa, com a estampa preta no pêlo branco certa, formando um terno e uma máscara. Meu coração dispara! É Tofu! Me aproximo e ele corre para longe. Eu corro para dentro de casa, largo minhas coisas e, com apenas as chaves no bolso e um potinho de patê de atum na mão (é, eu sei, mordomia demais, mas estava mais rápido de pegar do que o pote de ração molinha), saio correndo na direção em que o gato foi.


De Tofu

Pouco depois de mim, sai meu pai, deixando o portão aberto, e eu só o vejo parado na esquina quando estou voltando. Andei quase até a principal, mas nada. Trocamos de lugar: eu fico vigiando o movimento e meu pai vai procurar meu gato. Vejo o animal preto e branco passando e se escondendo próximo dos carros estacionados na rua. Meu irmão faz algo que presta nessa vida e chega. Com alguém pra se preocupar com o portão aberto, eu saio no encalço do meu pai, pego o patê e coloco um pouquinho na tampa.

O gato se aproxima lentamente da comida e começa a comer devagar. Não parece Tofu. Tofu já teria lambido o patê todo. O miado, fino e agudo, também não parece com o arrulhar de Tofu. É fácil identificar um gato que começa a miar arrulhando... Mas a máscara é igual! O resto da estampa no corpo é igual! É barrigudo, o tipo de pêlo é o mesmo, o tamanho é o mesmo... Meu pai mostra que as manchas pretas não são tão iguais, falta a pata. Aquele gato tem as patas totalmente brancas. Eu começo, também, a desconfiar que seja uma fêmea. Mas não quero acreditar nisso, quero que seja o meu gato!!


De Tofu

O gato se deixa pegar e vemos que é uma fêmea e que está grávida, por isso está pançuda. E eu fico morrendo de pena dela. E de mim. Uma tristeza e uma desesperança que não estavam aqui o dia todo se abatem sobre mim. A espectativa dele voltar pra casa não estava me deixando sentir a perda ainda.

Além da decepção, a preocupação com outros fatores se tornou mais latente. Tofu pode ter sido atropelado por um carro ou por uma das máquinas que estão trabalhando no calçamento das ruas. Pode ter sido atacado por um cachorro. Ou por um desocupado babaca e cruel qualquer. Eu sei como certas pessoas podem ser cruéis com animais e isso me deixa desesperada! Lembro de situações que já vi, da minha aflição e da ânsia de proteger os animais desconhecidos. Isso aumenta ainda mais a preocupação com o meu animal, o meu bichinho, o meu bebê! No meu desvario, coloquei mentalmente a culpa no meu irmão (desse aí, eu não duvido de nada) e no pessoal que está trabalhando aqui em casa, mas que dificilmente teria feito algo. Tofu não os atrapalha, eles não atrapalham Tofu. Na verdade, eles mal se vêem, tão na dele é o gato.


De Tofu

Liguei para o namorado, que fez o papel do Juízo, controlando uma Insanidade Enfurecida. Ele ajudou a reavivar a esperança e diminuir o desespero. Esta noite eu vou dormir de janela aberta. Se Tofu voltar às 3h da manhã, não quero que ele precise miar até me acordar para entrar.

Tofu sumiu hoje, 25/11, provavelmente pela manhã. Não é normal ele passar muitas horas longe de casa, que dirá um dia! E, pessoal que mora por perto, se virem meu gato, por favor me avisem!


De Tofu

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Meme

23 de nov de 2009

Eu tinha um conto pra escrever, mas a preguiça de concatenar as ideias e fazê-las funcionar é muita. Então eu vi esse meme no blog O Outro Blog da Ana e resolvi responder. Sabe como é... Não deixar o Excentricidades tão às moscas...

1 - Há dez anos:
Com 13 anos eu era a pessoa mais "teacher's pet" que eu conheço. Até hoje, se um professor não vai com a minha cara eu fico meio mal. Passei aquele ano todo chorando pelo meu primeiro amor - não correspondido -, que virou um idiota quando cresceu e eu fiquei muito satisfeita de nunca ter tido nada com ele. Também dei meu primeiro beijo num desconhecido, numa festa de Halloween (mas que era amigo das minhas primas). O cara era muito bonitinho. Depois ficou feio... Vai entender! E, em novembro de 1999, eu fiz a prova para entrar no Geo. E passei em segundo lugar. Acho que está explicado porque eu era a queridinha dos professores... Também foi o ano em que deixei de ser chubby, meio por causa do esticão meio porque achei que, se perdesse peso, os meninos me achariam mais bonita e iriam querer algo comigo. Não era tanto questão de peso, mas de auto-confiança. Mas se aos 23 eu esqueço disso, às vezes, com 13 eu não devia ter nem noção!

2 - Há cinco anos:
18 anos, metida numa enrascada, namorando há 4 com um cara que não só não me merecia, como bem que merecia a cela de uma prisão. Desde o ano anterior que eu já sabia que não devia estar com ele, mas diversas coisas me prenderam no relacionamento, entre elas, um orgulho besta de não querer admitir para meus pais que eles estavam certos. Me dei tããão mal nessa brincadeira, nos primeiros meses de 2005! 2004 também foi o ano em que mudei de colégio, após bombar no segundo ano do ensino médio (adivinha por causa de quem?), fiz altas merdas no cabelo e não tirei minha carteira de motorista, porque fiquei nervosa demais e não consegui fazer a meia-embreagem. Sorry, nada de divertido me vem à mente.

3 - Há dois anos:
2007! Depois do fiasco da minha adolescência, as coisas começaram a melhorar. E, se 2007 começou impreciso, depois se tornou um dos melhores anos ever! Foi o primeiro ano na Universidade, comecei amizades que sei - que espero - que serão pra toda vida, uma delas me apresentou o atual e aí já viu: não há céu maior ou melhor que início de namoro, né? Descobri um monte de coisas sobre mim mesma, como gostar de vodka, de blues, que não preciso de um homem pra ser feliz, mas que ter um bem que ajuda.

4 - Há um ano:
Ingressei no Twitter. Hahaha! Ok, apesar de ser verdade, não foi o principal acontecimento. Mas, como a UFPB está com o calendário bagunçado, 2008 foi uma extensão de 2007. Pareceu que tive um ano em dois e que 2009 está sendo um ano extremamente longo, porque, academicamente, aconteceu tudo o que não aconteceu nos anos anteriores!

5 - Ontem:
Final de DR iniciada no dia anterior, calmaria após uma tempestade, mas no geral, um domingo comum. Ganhei um postal da future-belle-mère para mandar para os US via Postcrossing, meu mais novo vício.


6 - Amanhã:
Encontrar com meu orientador pra ver se coloco meu projeto de monografia em ordem e, se possível, dar uma geral no meu quarto, afinal, insisti tanto por uma escrivaninha, preciso ter um lugar para colocá-la. E estudar. Mas isso não devia ser um plano, já devia estar tão inserido na minha rotina quanto comer ou escovar os dentes.


7 - Cinco coisas sem as quais não posso viver:
Além dos essenciais (comida, água, moradia...)? Acho que carinho, sexo, alguém pra conversar e aperrear. Acho que com muita coisa nessa vida podemos nos acostumar, ainda que não devamos nos conformar. (Mas eu o faço de vez em quando, então quem sou eu pra dizer?)


8 - Oito coisas que eu compraria com mil reais:
Sério? Eu não tenho idéia! Acho que compraria uma coisa que estivesse precisando e tentaria guardar o resto. Ou compraria sapatos... Mas, devido à época que se aproxima, provavelmente gastaria em presentes e passeios.

9 - Cinco maus hábitos:
- Bagunçar.
- Procrastinar.
- Largar tarefas na metade e não terminar.
- Ser mais cuidadosa com meus papéis de origami do que com o celular ou o notebook.
- Ficar procurando compulsivamente espinhas e cravos no meu rosto.

10 - Três coisas que me assustam:
- Ficar sozinha (é, eu tenho medo de virar uma senhorinha maluca com 18 gatos num loft e nenhum companheiro mamífero, bípede, com cérebro altamente desenvolvido e polegar opositor, que converse comigo e me dê todos os meus direitos conjugais, apesar de ter um digníssimo respectivo que provavelmente só se recusaria a morar comigo caso eu quisesse botar os 18 gatos pra dormir na nossa cama).

- Deadlines (mas sem elas eu não funciono).
- Terminar a universidade, continuar sem saber o que fazer da vida, não passar no mestrado e não conseguir um emprego. Parece muita coisa, mas é uma só.

11 - Três coisas que estou vestido nesse momento:
Mas só estou vestindo duas!...

12 - Quatro de minhas bandas/cantores favoritos:
Sade, Lily Allen, Beatles, Rolling Stones

13 - Três coisas que realmente quero agora.
1. [Supressed] (o horário não permite)
2. Escovar os dentes (parece besteira, mas minha escova não está acessível no momento)
3. Ter Padrinhos Mágicos. Tá... Sonhos possíveis... Concentração pra sentar a bunda e estudar pra monografia.

14 - Três lugares aonde quero ir nas férias:
- Não é segredo pra ninguém que quero-desejo-almejo conhecer as Ilhas Maldivas.
- São Paulo. Ver minhas primas lindas, que queria ter conhecido a mais tempo e queria poder passar mais tempo com elas.
- Europa. Não, não consigo escolher uma cidade ou país de lá pra conhecer. Quero conhecer tudo! Se bem que eu devia ter colocado "Mundo" aqui, porque também quero conhecer a Ásia, a Oceania... Sonhos demais para um espaço tão pequeno...

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Folders

10 de nov de 2009

Então eu tive que fazer um folder sobre a editora Marca de Fantasia para a cadeira de Pequenos Meios. E descobri alguns livros que eu gostaria de adquirir, mas a preguiça de realizar depósito bancário é muito grande.

Como estou com preguiça, me absterei de fazer comentários sobre o site em si e vou só mostrar as fotos do meu folder aqui:




Mais ou menos exterior do folder.




Interior do folder.




Montagem tosquinha pra mostrar diferentes aspectos do trabalho de uma forma minimamente interessante.


Também fiz a arte gráfica do I Seminário Paraibano de Educação em Direitos Humanos para o CPEDH. O site foi feito por um amigo meu. Foi muito, muito bom ver o meu banner grandão lá na frente do Hotel Caiçara e na sala de conferência!



Imagem do Banner.



Exterior do folder.



Interior do folder.




Exemplo de certificado.


Não tirei fotos detalhadas do folder depois de impresso, mas se o fizer, atualizarei o post. =)

E por hoje é só, pessoal!


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Dory feelings

9 de nov de 2009

Eu ia escrever uns 2 parágrafos, falando umas coisas sobre "be careful with what you wish for", mas não vou mais. Mudei de clima depois que comi. E, na verdade, nem era bem esse o tema do texto, era mais sobre meu comportamento auto-destrutivo.

E talvez um outro sobre o fato de que interpretação é um negócio complicado. O significado muitas vezes será implantado pelo receptor, não pelo emissor. Então de nada adianta Lygia colocar um monte de verde nos textos dela como representação da morte e deixar por isso mesmo, que os leitores iniciantes associam o verde à vida, pelo senso comum e costume de uma vida inteira. Mas Lygia foi esperta, foi lá e disse que pra ela verde representa a morte, os críticos literários que a estudam estão certos quanto a isso e você e eu temos que nos acostumar. ;)

Mas toda essa lenga-lenga era única e exclusivamente porque eu queria muito postar essa imagem dos Animaniacs! S2 E não queria só jogar um desenho aqui e dizer falows pra vocês.
 




(Não, eu não tomei meu remédio* hoje. Nem vou tomar, que a imaginação é uma crazy little thing que funciona melhor sem camisa de força e eu preciso dela ASAP.)

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*Nota: antes que alguém me interprete mal, eu não tomo remédios controlados nem descontrolados. Mas a convivência pode fazer com que os outros tomem. Beware. ;)


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Twitter e Alteridade

5 de nov de 2009

 (al.te.ri.da.de) sf.
  1  Qualidade ou natureza do que é outro, diferente.
  2  Fil.  Fato de ser um outro ou qualidade de uma coisa ser outra
 [F.: Do lat. alter, 'outro', + -(i)dade.]
- Definição do Aulete
- Leia mais na Wikipedia

Li recentemente (não lembro onde) que falta aos jornalistas a capacidade dese colocar no lugar do outro. Não acho que falte aos jornalistas, acho que falta a um monte de gente. E, por mais que eu seja a favor de primeiro cuidar de si e resolver os próprios problemas, temos que parar, de vez em quando, e ver o que o outro está fazendo, o que está achando, do que ele precisa. Nem que seja só o parente, amigo ou colega. Começa assim, depois melhora.

Os textos jornalísticos carecem, principalmente, de personalidade. Até os erros gramaticais e de concordância costumam ser parecidos, parece que foi combinado. Os textos são distantes demais, nem o leitor se identifica com o autor, nem o autor com o público. Talvez o fazer notícia precise ser repensado, mas não vou entrar no mérito da questão.

No Twitter, nós temos o melhor e o pior das pessoas (para os males, inventaram o block). E tem gente que fala que o serviço é o ápice da exposição e da falta do que fazer. Mas, querendo ou não, ele é a melhor ferramenta de conexão de pessoas, na minha opinião.

A conta-gotas nós podemos ir conhecendo as pessoas, vendo o que elas têm a oferecer e com o que nos identificamos ou deixamos de identificar. Descobrimos mind-alikes via retwits. E sim, divulgamos que almoçamos frango grelhado, em seguida que os astrônomos acharam uma estrela mais antiga que as outras e que pode dar mais informações sobre o big-bang, depois que escrevemos algo novo no blog, depois que houve uma batida que fechou a principal avenida, confessamos paixões imaginárias por personagens fictícios, elogiamos cortes de cabelo e cores de unhas... O ser humano é feito de banalidades? É. Também. E é com elas que nos identificamos, não com um simples link para uma notícia mal escrita com uma batida de carro ou informações sobre cinema, administração ou publicidade.

No twitter eu descobri um cara chato pra kct com opiniões consideradas polêmicas, mas que parecem com as minhas. Outras que divergem totalmente. E me interessa saber o que ele tem a falar de útil e vê-lo esculhambando salsas e trolls por aí. Tem dias que me interessa saber que ele comeu carpaccio, outros que não. Quando eu não tô a fim, relevo. (@Cardoso, representando o primeiro de muitos blogueiros interessantes que comecei a seguir e que também não aturam salsinhas.)

Eu descobri também que uma pessoa é totalmente diferente de como eu imaginava. Quando a vi nos corredores do Decom, achei que nem ela ia gostar de mim nem eu dela. Mas minhas amigas gostavam, então ela provavelmente era alguém legal, mas com cara de antipática. (Que nem eu.) E, no twitter, vi que ela tem gostos parecidos com os meus, gosta de umas futilidades, mas é inteligente e concorda comigo que dá para ser fútil e inteligente e bom de papo. (@laiza)

Não fosse pelo Twitter, eu e ela teríamos demorado um pouco mais a nos dar bem, como aconteceu com minha praticamente esposa @kitinha. (É um problema: nós nos vemos mais do que vemos os nossos respectivos.)




Não fosse pelo twitter, eu não teria contato com um monte de gente que admiro e com outros tantos que aprendi a admirar. Talvez não tivesse acesso a quantidade de informações que tenho, nem a quantidade de personalidades diferentes. De certa forma, tenho que lidar com todas as diferentes mentes que sigo, entender o que está por trás daqueles 140 caracteres. E eles expõem intimidades? Muitos sim. E eu exponho? Sim, e por que não?

Claro, não vou narrar a minha última sessão de depilação, porque tudo nessa vida tem limites. Mas há algum conforto em saber que outras pessoas têm problemas com irmãos, que passam ou passaram por dificuldades parecidas ou têm uma ideia semelhante a respeito de um assunto. E instiga saber que elas têm opiniões diferentes. Por quê o pensamento diverge? Qual o motivo dele? É válido? E o meu, também é? O que eu posso aprender com isso? Em que posso melhorar.

Interagir. Se colocar no lugar do outro. Opinar. Entender. Bloquear. Se o twitter não é um ótimo exercício de alteridade, eu não sei o que seria.
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Weird Dreams

3 de nov de 2009

Isso de dormir de tarde nunca dá certo. Não sei se é o calor ou é o fato de estar estudando. A casa aonde eu estava é recorrente. E não é ruim.

Sempre sonho com uma linda casa numa praia paradisíaca (que nem é tão difícil assim de achar aqui, é só ir um pouco mais pro norte ou pro sul, atrás de uma praia vazia). A casa tem 3 andares, 5 suítes fantásticas, um belo jardim, um terraço num dos andares superiores, piscina, salona, cozinha grande... Deu pra sentir o drama, né? E o quanto eu gostaria de realmente estar lá?


Kinda like that... But nicer. And whiter. ^^

O estranho desse sonho foi Tofu. Sim, meu lindo gatinho. Que, no sonho, era fêmea. E estava grávida, só que a gente só descobria quando ela dava à luz há uma dúzia de filhotes. Dentre eles, dois cães, um beagle e um chiuaua (me corrijam se o nome estiver errado). Dos gatos, nasceu até um persa. E, tipo, tudo super fazia sentido e eu ia ficar com o beagle, o persa e ia doar os outros bichinhos.


É, o sonho retratado por Salvador Dali faz menos sentido que o meu. (Read about it)

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Eu queria mesmo era contar um conto...

2 de nov de 2009

...Mas a inspiração está em falta. Então eu vou falar mal das dicas de maquiagem exibidas no Jornal Hoje neste momento.

Qual é a desses maquiadores, de achar que maquiagem tem que estar muito marcada? Maquiagem boa é maquiagem natural. Ou ao menos em termos. Claro que batom, lápis de olho e sombra têm que aparecer. É o que dá a graça da maquiagem. O resto, não.


Base, corretivo e pó compacto devem ser adquiridos no tom da pele. É para dar aquele ar natural de "sim, eu sempre tive essa linda pele de seda". Não dá pra ser essa máscara kabuki que as mulheres usam.(Ao menos aqui, mas já vi isso até em novela) Se bronzeou, adquiriu aquele tom um pouco mais saudável? Não quer comprar toda uma maquiagem nova num tom de pele novo? Então faça-se o favor e não economize na que você tem. Use no pescoço também. Use no decote. Aliás, recomenda-se que se use a maquiagem nas proximidades do rosto em qualquer situação.

Blush também não precisa ser aquela coisa vermelhonha mamãe-olha-sou-um-palhaço. Vai no que vai dar o ar saudável de Princesa Disney acordando de manhã pra cantar com os passarinhos. Um simples rubor no rosto muda e muito o visual, e para melhor. Bem melhor do que aquela coisa marcada. E sim, dá um arzinho natural que sim, fica mais bonito.

Aí vem o maquiador ensinar a disfarçar bochechas e papadas com o blush. Esfrega daqui, esfrega de lá e deixa a menina com cara de camarão. E não, não esconde muito bem a papada. A coitada fica parecendo que estava correndo desesperada pra chegar na festa, de tão vermelha. Isso não se faz...

Se você não é drag queen, não tá indo por Cafuçu e tem toda a intenção de se dar bem (com namorado, com paquerinha, whatever), vai na base da maquiagem natural e nos detalhes chamativos. Deixa pra caprichar na cor ou nos olhos ou na boca. (Não vai fazer um olho super-chamativo e colorido com uma bocona vermelha com um toque de gloss com glitter por cima, ou volta pra categoria Cafuçu.)

Eu descobri com o tempo que maquiagem é tentativa e erro (como todas as outras coisas, ó!) e o que os maquiadores dizem que vai esconder suas imperfeições pode acabar sendo um tiro no pé. Vai nas perfeições, destaca as qualidades, que você ganha mais. E perde menos tempo, se preocupa menos, se diverte mais e cria menos rugas no futuro.

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São Paulo - Dia 4: Centro

1 de nov de 2009

Dia 1
Dia 2, parte 1
Dia 2, parte 2
Dia 3, parte 1
Dia 3, parte 2

Demorou, mas resolvi dar continuidade ao meu diário de viagem. Sabe como é, sempre pode ser útil para alguém.

18.09.2009

Fui para SP com o intuito de sair de lá com uma calça jeans (que passei 1 ano procurando em JP e não achei), um mp3 player daqueles de prender na roupa e uma visita ao Museu da Língua Portuguesa.

A Camilla cabulou uma aula da USP, senão não daria tempo de passear (mas, se não fossem os planos de mais tarde, eu teria ido pra USP com ela feliz da vida) e fomos para a outra extremidade da cidade. Sair da zona sul para o centro é uma viagem. Tanto de distância quanto entre mundos. Mas fomos conversando e duas matracas juntas nem sentem o tempo passar.

Uma das poesias pintadas no chão do Museu. Foto de Picoli, no Olhares.

MLP
Frustração da minha vida, infelizmente. Paramos na Estação da Luz, aonde fica o Museu da Língua Portuguesa e checamos horários preços e afins. Eu tinha que voltar para casa às 17h e, se queria sair dali com uma calça, era melhor que fizesse isso antes do Museu.

A Estação é linda, mas nem dá pra notar isso direito, porque os arredores são lastimavelmente feios. No entanto, viva a visão de fotógrafo, porque se eu notei (ainda que estivesse sem a câmera no dia), mas alguém deve ter notado. E achei umas fotos excelentes na internet.

Estação da Luz à noite. A fonte da imagem foi desativada.



 A frente da Estação, aonde fica o museu. Via Spinblog.

Uma foto belíssima. Veio do Flickr, mas não consegui achar o autor.


Em direção ao Bom Retiro.

 
Zépa
José Paulino, no Bom Retiro. O endereço, se você está procurando roupas. Lá há milhares de lojas, algumas exclusivas para atacado. E adivinha pra onde vão todos os donos de loja daqui comprar peças novas? Exato.

Tem coisas que só saem para varejo, outras, só para atacado. Há lojas que só vendem no atacado durante a semana e, no sábado, abrem para varejo. Imaginem o Natal... Pronto. Agora coloquem o Natal se repetindo todo sábado. É, é um inferno. Ainda bem que era sexta, era manhã e eu tava com roupas fresquinhas, porque pode até ser que estivesse fazendo frio, mas andar no sol ainda é andar no sol.

A Mi conhece os lugares certos para procurar calça e me levou em alguns. Eles não tinham o modelo certo. Então ela me levou numa lojinha escondida que se revelou a lifesaver desta que vos fala. Para quem queria uma calça jeans e achou duas logo de cara, após anos procurando, foi o céu! E as atendentes foram supersimpáticas, conversamos um bocado, houve descontinho de 10% e uma caneta com o endereço, que eu vou repassar, porque vale a pena:

Jeans e Cia: R. José Paulino, 226, Lj 11

Achado do dia 2: shortinho preto de alfaiataria, numa loja sem provador, que acertamos o tamanho medindo na calça jeans recém comprada.

No mais, fica a recomendação das galerias coreanas, ótimas para encontrar vestido e o alerta: conheça-se bem, porque não há provadores na maioria das lojas. E sim, é mais voltado para mulheres.

25 de Março
Aqui nós olhamos, nos assustamos (acho que não gostar de tumulto é de família) e corremos. Sabe o Natal no Centro de João Pessoa? Some ao do shopping. Multiplique por 10. Pronto, você tem uma noção do que é a 25 de Março. Ótima para comprar quinquilharias, há coisas que só a 25 faz por você, mas não havia nada que precisássemos ali. Pulamos. Fomos almoçar.


This is 25 de Março. Num dia calmo.

Não lembro o nome do lugar em que comemos, mas era uma pequena lanchonete, bem organizada, que tinha um cachorro-quente na chapa interessantíssimo. E parecia ser limpinho. Devia ser mesmo, porque meu estômago nem reclamou no fim do dia (sim, ele é mais fresco do que meu paladar).


Sta. Efigênia
Já era tarde e meu pai queria uma bateria para a câmera dele. Já tínhamos andado horrores, estávamos cansadas, e a bateria foi um martírio.

Antes, comprei meu mp3. De R$40 a R$80, achei por todos os preços. Numa das últimas lojas que fui, comprei o danado. O vendedor, um chinês com pouca experiência com o idioma daqui.

- Quanto custa o mp3?
- Quarenta-shin
- Quarenta?
- Não. Quarenta-shin.
- Então, quarenta. (Me fazendo de engraçadinha e mostrando o número 4 com os dedos)
- Não. Quarenta (Ele me mostra o número 4) shin (e me mostra o número 5).
- Ah, não. Eu vi por quarenta lá atrás e só levo por quarenta.

O coitado ficou confuso, virou para a irmã (ao menos eu acho que era irmã). A Camilla ajudou a negociar. A chinesa, com um português melhor, me fala que, por esse preço, posso escolher qualquer um, menos o preto. Se ela tivesse dito que eu só podia levar o verde-limão, teria levado do mesmo jeito. Afinal, a cor não vai interferir nem na qualidade da música, nem na capacidade de prendê-lo à minha roupa.

Eu já não queria comprar bateria nenhuma. Mas minha insistente prima resolveu que iria sair dali com missão cumprida e achou uma loja que vendesse. Compramos, acabou que fiquei satisfeita por ter confiado nela, pegamos um ônibus fora do ponto e um engarrafamento dentro de um túnel.

Já estava atrasadíssima pra encontrar a minha outra prima, Érika, e nem perto do apartamento da minha avó eu estava.

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